"Jovens brasileiros abandonam os estudos por não gostar da escola
Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que um em cada quatro brasileiros até 17 anos está fora da sala de aula. Segundo o levantamento, a maioria abandona os estudos por não gostar da escola e não por necessidade, para trabalhar, como se pensava. Em média, os estudantes brasileiros de zero a 17 anos ficam somente 3,9 horas por dia na escola, menos do que as quatro horas mínimas recomendadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). O estudo, feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, mostra que em apenas seis unidades da federação a média de horas de aula diárias é maior do que o mínimo estipulado pela LDB: Distrito Federal, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro. O dado diverge do registro pelo Ministério da Educação (MEC) no Censo Escolar porque o MEC coleta as informações nas escolas, enquanto a Pnad é uma pesquisa em domicílios. Pelo Censo Escolar, a média de horas de estudo por dia no Brasil é de 4,4 e quase todos os Estados cumprem ao menos o mínimo. O Rio Grande do Sul, segundo a pesquisa, apresenta o quinto melhor índice (97,9%) de crianças entre sete e 14 anos que vão à escola. Nesse quesito, Santa Catarina está em primeiro lugar, com 98,69% de jovens no colégio. Para mapear o problema e orientar políticas públicas, a FGV criou também um índice inédito que avalia a permanência dos alunos por meio de três indicadores: taxa de matrícula, horas de aula por dia e número de faltas. O resultado apontou que o Distrito Federal tem a mais alta permanência dos estudantes (0,68), seguido por São Paulo (0,66), Espírito Santo (0,64), Rio de Janeiro (0,62) e Minas Gerais (0,62). Os mais baixos índices foram registrados no Acre (0,39), no Amazonas (0,42), em Rondônia (0,43), no Maranhão (0,43) e em Mato Grosso (0,44)."
Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que um em cada quatro brasileiros até 17 anos está fora da sala de aula. Segundo o levantamento, a maioria abandona os estudos por não gostar da escola e não por necessidade, para trabalhar, como se pensava. Em média, os estudantes brasileiros de zero a 17 anos ficam somente 3,9 horas por dia na escola, menos do que as quatro horas mínimas recomendadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). O estudo, feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, mostra que em apenas seis unidades da federação a média de horas de aula diárias é maior do que o mínimo estipulado pela LDB: Distrito Federal, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro. O dado diverge do registro pelo Ministério da Educação (MEC) no Censo Escolar porque o MEC coleta as informações nas escolas, enquanto a Pnad é uma pesquisa em domicílios. Pelo Censo Escolar, a média de horas de estudo por dia no Brasil é de 4,4 e quase todos os Estados cumprem ao menos o mínimo. O Rio Grande do Sul, segundo a pesquisa, apresenta o quinto melhor índice (97,9%) de crianças entre sete e 14 anos que vão à escola. Nesse quesito, Santa Catarina está em primeiro lugar, com 98,69% de jovens no colégio. Para mapear o problema e orientar políticas públicas, a FGV criou também um índice inédito que avalia a permanência dos alunos por meio de três indicadores: taxa de matrícula, horas de aula por dia e número de faltas. O resultado apontou que o Distrito Federal tem a mais alta permanência dos estudantes (0,68), seguido por São Paulo (0,66), Espírito Santo (0,64), Rio de Janeiro (0,62) e Minas Gerais (0,62). Os mais baixos índices foram registrados no Acre (0,39), no Amazonas (0,42), em Rondônia (0,43), no Maranhão (0,43) e em Mato Grosso (0,44)."
Fonte: RÁDIO GAÚCHA E ZERO HORA

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