sábado, 13 de novembro de 2010
CPMF - parte 3
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CPMF - parte 2
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CPMF - parte 1
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Meu problema com impostos
Sidney Rezende
Como milhões de brasileiros, pago meus impostos como tem que ser. Cumpro meu dever de cidadão. Não tenho empréstimos no banco e nem devo a terceiros.
Não sou contra que os impostos existam. Mas quero contrapartidas transparentes, benefícios públicos. De preferência em obras físicas em que possamos conferir cada centavo investido. Nada de novo nisso, não é?
Não acho certo que antes da aprovação de uma reforma tributária necessária - e já tardia - se pense em voltar com "velhos" tributos como a CPMF. Dane-se se 14 governadores são a favor. Eles foram eleitos para nos trazer soluções e não dor de cabeça. Governar com o chapéu dos outros é fácil.
A presidente eleita Dilma Rousseff tem o dever de barrar esta manobra exógena. Sim, porque ela tem dito que essa iniciativa não é dela. Para um exercício de reflexão, vamos admitir que isso seja verdade. Simples, busque-se acelerar a reforma tributária ou corte-se gordura na máquina pública. Jogar mais este ônus para o bolso da população é uma covardia.
Se foi uma manobra engendrada no interior do Governo Lula para dividir a oposição, dá até coceira pensar que se possa especular com isso. Maquiavelismos têm limites.
Tem gente que pensa que nessa posição contrária à volta da CPMF tenha embutido um golpe no ainda inexistente governo Dilma. Bobagem.
O governador eleito por Minas Gerais, oposicionista, Anastasia, do PSDB, é a favor da CPMF. Do lado oposto, o situacionista Eduardo Campos, do PSB, eleito por Pernambuco, também é a favor.
Chega de impostos. Cortem suas mordomias e deixem o país trabalhar em paz.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Publicado nesse Blog em 09/12/07: O PMDB E A CPMF
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Debate sobre a CPMF- TV Câmara
Parte I
http://www.youtube.com/watch?v=4F4pvR7JHSk
Parte II
http://www.youtube.com/watch?v=ozdRryWQOd0
Parte III
http://www.youtube.com/watch?v=AxnBDWTHiOI
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quarta-feira, 11 de junho de 2008
Desencontros
Um amigo, o Wilfrido, cansado de ver propostas generosas que vão se multiplicando pelo país, afirmou outro dia que “de boas intenções o cemitério está cheio, e o coveiro se desespera diante da ameaça de superpopulação”.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal destinado a realizar pesquisas, divulgou levantamento denominado “Impostos Diretos e Redução da Desigualdade”, demonstrando que, no país, existe lamentável concentração arrecadatória em impostos indiretos, que, incluídos nos preços das mercadorias e serviços, terminam sendo absorvidos pelo consumidor final, o povo brasileiro.
Em depoimento realizado em audiência pública no Senado, o presidente do Ipea, o economista Márcio Porchmann, propôs a eliminação da Cofins (Contribuição sobre o Faturamento e Receita das Empresas) e sua substituição pela elevação da Tabela Progressiva do Imposto de Renda da Pessoa Física, atualmente com duas alíquotas (15 e 27,5%), que passaria a apresentar 12 faixas de rendimento, com as correspondentes alíquotas, variando de 5% a 60%.
É deplorável o divórcio existente no governo federal entre o seu órgão de estudos e diagnósticos, o Ipea, de um lado, e o Ministério da Fazenda e a base parlamentar governista na Câmara, do outro.
O ministro da Fazenda patrocinou, em final de fevereiro, o envio ao Congresso da PEC 233/08, que, entre outras características reacionárias, eleva a concentração da tributação indireta no país, apenando as classes de renda mais baixa, o povão e a classe média, pois, ao absorver no preço final das mercadorias e serviços a carga tributária que lhes é repassada, protagoniza o efeito regressivo dessa transferência, tanto maior quanto menor for a renda do consumidor final. Ricos aliviados, pobres e remediados sacrificados.
A assincronia governamental se agiganta diante dos esforços da base governista para a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), cuja característica principal vai ser de elevar os preços das mercadorias e serviços produzidos no país, pois sua alíquota de 0,1%, embora de aparência baixa, vai integrar os custos de produção, sendo transferida para o consumidor final.
O racional seria o governo Lula e seu partido, o PT, cheios de compromissos históricos, procurarem efetivá-los em sua ação concreta. Dar concreção ao discurso generoso e crítico do passado e efetivá-lo agora, que dispõem do poder para realizá-lo.
Para tanto, adotar uma política tributária responsável e idônea, para diminuir a extorsão tributária que vitima o povo brasileiro, definindo uma linha clara de atuação, diminuindo as despesas, cortando efetivamente o supérfluo, e realizando uma modificação no conjunto anárquico dos tributos, para racionalizá-los harmoniosamente, eliminando as distorções e a volúpia arrecadatória, concentrada nos mais pobres, padecentes do inferno tributário.
Presidente Lula, ainda há tempo de mudar e figurar na nossa história como estadista, e não como protagonista de episódio pitoresco de operário que alcançou a presidência da República e ganhou atestado de bom comportamento das elites.
*Osiris de Azevedo Lopes Filho, advogado e professor de Direito na Universidade de Brasília (UnB), foi secretário da Receita Federal.
terça-feira, 3 de junho de 2008
O governo é o caloteiro
- "Em verdade, o governo teve quatro anos, contados a partir de 2003, para cumprir a Constituição e dar efetividade ao caráter temporário da CPMF. Embromou e não se preparou para viabilizar a extinção da CPMF. Acena com a catástrofe da saúde do povo, para ameaçar os senadores. Mas a realidade desmente o discurso terrorista. É o próprio Executivo federal que opta por favorecer o apetite argentário dos rentistas em detrimento da saúde do nosso povo. Os dados foram lançados há muito tempo. O governo federal é caloteiro, em matéria de dívida social do país."
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domingo, 16 de dezembro de 2007
Nós não podemos agradecer
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Reforma Tributária
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CAI A CPMF DE FHC
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
CPMF - Como votou cada senador (por partido)
CPMF - Como votou cada senador (por partido)
Quem votou SIM votou a favor da prorrogação da CPMF.
DEM
Adelmir Santana (DEM-DF) - NÃO
Antonio Carlos Júnior (DEM-BA) - NÃO
Demóstenes Torres (DEM-GO) - NÃO
Efraim Morais (DEM-PB) - NÃO
Eliseu Resende (DEM-MG) - NÃO
Heráclito Fortes (DEM-PI) - NÃO
Jayme Campos (DEM-MT) - NÃO
Jonas Pinheiro (DEM- MT) - NÃO
José Agripino (DEM-RN) - NÃO
Kátia Abreu (DEM- TO) - NÃO
Marco Maciel (DEM-PE) - NÃO
Maria do Carmo Alves (DEM-SE) - NÃO
Raimundo Colombo (DEM-SC) - NÃO
Rosalba Ciarlini (DEM-RN) - NÃO
PC do B
Inácio Arruda (PC do B-CE) - SIM
PDT
Cristovam Buarque (PDT-DF) - SIM
Jefferson Peres (PDT-AM) - SIM
João Durval (PDT-BA) - SIM
Osmar Dias (PDT-PR) - SIM
Patrícia Saboya (PDT-CE) - SIM
PMDB
Almeida Lima (PMDB-SE) - SIM
Edison Lobão (PMDB-MA) - SIM
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) - como presidente do Senado, não votou;
Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) - NÃO
Gerson Camata (PMDB-ES) - SIM
Gilvam Borges (PMDB-AP) - SIM
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) - NÃO
José Maranhão (PMDB-PB) - SIM
José Sarney (PMDB-AP) - SIM
Leomar Quintanilha (PMDB-TO) - SIM
Mão Santa (PMDB-PI) - NÃO
Neuto De Conto (PMDB-SC) - SIM
Paulo Duque (PMDB-RJ) - SIM
Pedro Simon (PMDB-RS) - SIM
Romero Jucá (PMDB-RR) - SIM
Renan Calheiros (PMDB-AL) - SIM
Roseana Sarney (PMDB-MA) - SIM
Valdir Raupp (PMDB-RO) - SIM
Valter Pereira (PMDB-MS) - SIM
Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG) - SIM
PP
Francisco Dornelles (PP-RJ) - SIM
PR
César Borges (PR-BA) - NÃO
Expedito Júnior (PR-RO) - NÃO
João Ribeiro (PR-TO) - SIM
Magno Malta (PR-ES) - SIM
PRB
Euclydes Mello (PRB-AL) - SIM
Marcelo Crivella (PRB-RJ) - SIM
PSB
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) - SIM
Renato Casagrande (PSB-ES) - SIM
PSDB
Alvaro Dias (PSDB-PR) - NÃO
Arthur Virgílio (PSDB-AM) - NÃO
Cícero Lucena (PSDB-PB) - NÃO
Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - NÃO
Flexa Ribeiro (PSDB-PA) - NÃO
João Tenório (PSDB-AL) - NÃO
Lúcia Vânia (PSDB-GO) - NÃO
Marconi Perillo (PSDB-GO) - NÃO
Mário Couto (PSDB-PA) - NÃO
Marisa Serrano (PSDB-MS) - NÃO
Papaléo Paes (PSDB-AP) - NÃO
Sérgio Guerra (PSDB-PE) - NÃO
Tasso Jereissati (PSDB-CE) - NÃO
PSOL
José Nery (PSOL-PA) - NÃO
PT
Aloizio Mercadante (PT-SP) - SIM
Augusto Botelho (PT-RR) - SIM
Delcídio Amaral (PT-MS) - SIM
Eduardo Suplicy (PT-SP) - SIM
Fátima Cleide (PT-RO) - SIM
Flávio Arns (PT-PR) - SIM
Ideli Salvatti (PT-SC) - SIM
João Pedro (PT-AM) - SIM
Paulo Paim (PT-RS) - SIM
Serys Slhessarenko (PT-MT) - SIM
Sibá Machado (PT-AC) - SIM
Tião Viana (PT-AC) - SIM
PTB
Epitácio Cafeteira (PTB-MA) - SIM
Gim Argello (PTB-DF) - SIM
João Vicente Claudino (PTB-PI) - SIM
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) - não estava presente à sessão;
Romeu Tuma (PTB-SP) - NÃO
Sérgio Zambiasi (PTB-RS) - SIM
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domingo, 9 de dezembro de 2007
DEBATE DA CPMF NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
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Argumentos falaciosos e mentirosos
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
‘Terror financeiro’ é nova arma para tentar prorrogar a CPMF
28-Nov-2007
Divulgada a arrecadação dos tributos federais, o resultado tem sido auspicioso para o Fisco. Anuncia-se que, no acumulado de janeiro a outubro deste ano, o governo federal arrecadou R$ 491 bilhões de reais, uma elevação de 12%, em relação a igual período de 2006.
Estima-se que até o final do ano haja um excesso de arrecadação em torno de 50 bilhões de reais, o que é superior aos 40 bilhões, que se projetou como receita a ser obtida em 2008, caso haja a prorrogação da CPMF.
A catástrofe financeira para a saúde, anunciada com veemência apocalíptica pelo presidente Lula, está longe de acontecer, ainda que negada a prorrogação desse tributo perverso.
O que impressiona na trajetória da vida do Lula é a sua transformação de líder operário a estadista usurário, utilizando técnicas terroristas para obter adesão dos senadores à prorrogação da CPMF. É preciso muita desenvoltura no manejo das cifras, para se afirmar que os 40 bilhões de reais estimados como arrecadação a ser realizada em 2008, se mantida a CPMF, são imprescindíveis à saúde, à previdência e à assistência social.
É que, paralelamente à prorrogação da CPMF, prevê-se a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União – a DRU. Por este mecanismo financeiro, criou-se dreno nas receitas dos impostos e contribuições arrecadados pela União, pelo qual 20% dessa receita são desviados de sua finalidade original, prevista na lei e na Constituição, e vão compor o superávit primário, criação eufêmica imposta pela banca internacional, mediante a intervenção do FMI para garantir o financiamento da dívida pública da União.
A DRU possibilita que cerca de 8 bilhões sejam retirados da finalidade da CPMF e direcionados para formar o bolo que assegura a credibilidade financeira do país, no plano internacional. Portanto, o governo federal, entre saciar o apetite dos rentistas, credores da União, e atender ao povão necessitado do amparo estatal, realiza essa cunha de cerca de 8 bilhões de reais nos recursos que são retirados dos contribuintes brasileiros em nome da generosidade social. Porém, em realidade, a proteção à saúde constitui tema para ameaça terrorista ao Senado, e não matéria para efetiva ação governamental.
O discurso do presidente Lula é objetivo. Coloca navalha afiada na carótida dos senadores. Em verdade, o governo teve quatro anos, contados a partir de 2003, para cumprir a Constituição e dar efetividade ao caráter temporário da CPMF. Embromou e não se preparou para viabilizar a extinção da CPMF. Acena com a catástrofe da saúde do povo, para ameaçar os senadores. Mas a realidade desmente o discurso terrorista. É o próprio Executivo federal que opta por favorecer o apetite argentário dos rentistas em detrimento da saúde do nosso povo. Os dados foram lançados há muito tempo. O governo federal é caloteiro, em matéria de dívida social do país.
Osiris de Azevedo Lopes Filho, advogado, professor de Direito na Universidade de Brasília – UnB – e ex-secretário da Receita Federal.
E-mail:osirisfilho@azevedolopes.adv.br
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
A luta pelaCPMF
A luta pela CPMF continua firme. O governo vai jogando com as armas que possui. A oposição vai indo no ritmo das conveniências. Bate e negocia. Ao que tudo indica a CPMF vai ser aprovada se não houver nenhuma pressão da sociedade.
Brasil-Potência
Não me venham com o papo de Brasil-Potência. Esse papo já era conversa do pior governo da ditadura (Médici). Primeiro vamos aprender a dura arte de falar a verdade e depois vamos sonhar com o futuro.
Terceiro Mandato
E continua o papo sobre o terceiro mandato. O assunto já está enchendo mais os políticos continuam insistindo, Fico pensando se a sociedade acompanhasse atentamente esses debates. Ninguém aguenta vão trabalhar cambada.
Dele discursos
E dele discursos no senado federal, o curioso é alguns senadores vão discursar contra a CPMF e depois vão votar a favor.
E o Natal Gordo
Autoridades federais insistem em afirmar que o próximo natal vai ser gordo para os Brasileiros. Pode até ser, resta ver a inadimplência em2008.
Carros em 99 vezes
As montadoras estão programamdo campanhas de venda baseadas no alargamento do crédito que se entenderá até por 99 meses. A atenção nesse momento é fundamental para quem não quiser pagar 3 carros e só levar um.
Filme de Terror
Olhar os Telejornais se transformou em um filme de terror, é só sangue. Ninguém tem dúvida que a violência no Brasil é alarmante, mais certas matérias jornalisticas poderiam se enquadrar bem no cinema.
O que Brizola diria?
O que Leonel Brizola diria do seu PDT, hoje membro do governo que ele tanto combateu?
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
Votaram a favor da CPMF:
O link direciona para o email do parlamentar.
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CPMF
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