quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Uma Linda Mulher -- Dublado

O Casamento do Meu Melhor Amigo Trailer Legendado

Stalingrado: El último documental (2)

Stalingrado: El último documental (6)

Stalingrado: El último documental (4)

Stalingrado: El último documental (3)

Stalingrado: El último documental (1)

Cómo se desarrolló la crisis de los misiles en Cuba

COMO EMPEZO LA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. www.johngalarza.blogspot.com

Apocalipsis 2ª Guerra Mundial Capítulo 6 de 6

Apocalipsis Segunda Guerra Mundial (5-6) Los grandes aterrizajes (ESPAÑOL)

La batalla de Stalingrado - parte 3/3 [Canal Historia]

La batalla de Stalingrado - parte 2/3 [Canal Historia]

La batalla de Stalingrado - parte 1/3 [Canal Historia]

Discurso Histórico Senador Pedro Simon julgamento Mensalão

Porque Hitler Matou Ernst Roehm?

La Guerra Fría (cap.17) África y Oriente Medio 1967 a 1978

Distúrbios do Sono - Andréa Bacelar 2

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

La batalla de berlin

sábado, 19 de janeiro de 2013

BBC O Poder dos Pesadelos - Episódio 01 - Baby, Está Frio Lá Fora

Edgar Morin - Fronteiras do Pensamento

C. Castoriadis.Grandes - (1 de 7)

Cornelius Castoriadis. 1992. 6/6

Cornelius Castoriadis. 1992. 5/6

Cornelius Castoriadis. 1992. 4/6

Cornelius Castoriadis. 1992. 2/6

Cornelius Castoriadis. 1992. 1/6

Roda Viva - Edgar Morin (2000)

Deuses Gregos Mitologia - Documentário Completo

McDonalds.WMV

V7Inter: China se afianza como potencia

Hitler - Super Construções Nazistas - [2 de 3] - Segunda Guerra - 3º Reich

El Superpoderoso 1980

Caçadores de nazistas completo himmler

Lages - Produção de Physalis é a nova aposta de pequenos produtores de S...

Gregorian - Nothing else matters

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

"Por interés político, Santos olvidó que fue el mayor crítico que había ...

Venezuela está "paralizada": Capriles

Hitler, Una Biografía - Parte 1 de 2 (Documental 1977)

Semana Brizola, dia 4: as intrigas

El ultimo dia de la Primera Guerra Mundial

EICHMANN CAÇA NAZIS 1/5 DUBLADO

LENINGRADO : LA CIUDAD QUE NO SE RINDIÓ

La religión del furher 1 de 11

Movimento de protesto aumenta no Paquistão

Mau tempo provoca vítimas e muitas dores de cabeça

La batalla de Stalingrado

Elaine Maieski recebe Luiz Carlos Prates na estreia do Quem é Quem da Ba...

Elaine Maieski recebe Luiz Carlos Prates na estreia do Quem é Quem da Ba...

Elaine Maieski recebe Luiz Carlos Prates na estreia do Quem é Quem da Ba...

Luiz Carlos Prates (Carona e falta de educação)

Vídeos enviados (lista de reprodução)

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Stalingrado: El último documental (4)

O Jesus muçulmano

O Jesus muçulmano

O diálogo entre ocidente e oriente precisa tornar-se mais lúcido.

E é impossível haver lucidez sem informação e reflexão.

Muitas dificuldades na comunicação humana nascem da ignorância: não sabemos como o outro pensa, e o outro pensa que sabe como pensamos.

Nascem também da irreflexão: não entendemos a beleza do que o outro pensa, e o outro, sem pensar duas vezes, pensa que nosso pensamento não faz o menor sentido.

O livro O Jesus Muçulmano, organizado pelo estudioso do Islã Tarif Khalidi, é uma coletânea de provérbios e histórias referentes a Jesus na tradição islâmica árabe. Uma verdadeira viagem através do tempo e das mentalidades. É como se pudéssemos, num piscar de olhos, ganhar novos olhos, não-ocidentais. E conseguíssemos ver o Jesus evangélico tal como foi observado (e interpretado, ou até mal interpretado) pelos filhos de Maomé.

O contexto cultural e histórico do que podemos chamar "evangelho muçulmano" não é nada simples, o que recomenda humildade na hora de cristãos e islâmicos se conhecerem.

É claro que o Jesus muçulmano tem mais de muçulmano do que de judeu, o que relativiza muito essa tradição não-cristã de um Jesus que não aparece como redentor, como salvador, mas apenas como um profeta de Deus.

No entanto, é sumamente sugestivo degustar a devoção com que Jesus é lembrado por um povo que, mesmo não o reverenciando como Filho Unigênito do Pai, soube admirá-lo com ternura.

É também instrutivo para nós constatar o modo como o Islã soube adotar, no passado, como um dos seus heróis religiosos, uma figura "estrangeira" que poderia ter ignorado ou caluniado. Verdadeira lição de compreensão inter-religiosa.

Algumas passagens são extremamente elegantes, em que o bom senso, elevado a um nível tão superior às nossas humanas tolices, talvez seja o melhor argumento para provar que a divindade habitou entre nós.

Seleciono duas delas:

"Disse Jesus: ‘Aceitai a verdade daqueles que falam falsidades, mas não aceitai falsidade daqueles que falam a verdade. Sede perspicazes em vossa fala, para não admitirdes nela qualquer coisa que possa ser falsa’".

E:

"Jesus e seus discípulos passaram pela carcaça de um cachorro. Os discípulos disseram: ‘Como é desagradável o seu fedor!’ Disse Jesus: ‘Como são brancos os seus dentes!’ Ele disse isto para dar-lhes uma lição — ou seja, proibir a difamação".

O Jesus Muçulmano, Imago, 2001, 256 páginas.

Gabriel Perissé é autor dos livros LER, PENSAR E ESCREVER e O LEITOR CRIATIVO

La batalla de berlin

Documentario em Portugues - Os Últimos Dias De Bin Laden

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Brizola prevendo o futuro

Mercadante faz avaliação positiva do Sisu e enfatiza participação de cot...

Milton Friedman - Responsabilidade pelos pobres

Milton Friedman - Esclavitud y Colonialismo

Egito: ataque incendiário contra opositores ao presidente Morsi

Tunísia: a revolução inacabada

A história e a cultura indígena brasileira

Colonização - Histórias do Brasil (2/10)

Túnez: "La 'primavera árabe' ha dejado una sensación agridulce"

A história e a cultura indígena brasileira

Consultorio de historia y ciencia: Franco y los judíos, 28/01/12

Consultorio de historia y ciencia: Franco y los judíos, 28/01/12

RONDON E OS ÍNDIOS BRASILEIROS

Indios Xokleng, onde foram parar seus costumes?

Detrás de la noticia : Caldo de presiones

Batalla de Stalingrado - En la línea de fuego (1 de 4)

Como a Ciência Mudou o Nosso Mundo BBC 2010 HD

Generales en Guerra; Kursk

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

527-OInaTV- Brasil e a Tentação Totalitária-03/11/2009

1900.Novecento.Parte1.Legendado.Ptbr

Sid O Cientista Que Saúde_Quero Bolo P.01

Educação Brasileira 90 - Ulisses Araújo/ Magali Géara Luiz

D-25 - A crise do Ensino Médio e a saída pela profissionalização

A Verdade sobre a Crise no Egito que muitos omitem - Parte 2 de 2

Educação Brasileira 97 - Jacqueline Barbosa / Claudia Pimenta

Educação Brasileira 99 - Bernardete Gatti: Formação de Professores

Educação Brasileira 98 - Maria Helena Castro / Vanda Mendes Ribeiro

Aumenta la inestabilidad política en Venezuela a dos días de la posesión...

Aumenta la inestabilidad política en Venezuela a dos días de la posesión...

Livros: Democracia, Federalismo e Centralização no Brasil - Marta Arretche

Livros: Democracia, Federalismo e Centralização no Brasil - Marta Arretche

Conhecimentos básicos para concurso de Analista Ambiental do IBAMA

Lei de Bases e Diretrizes da Educacão: ALDB (Superior Jurídico)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Profissão Docente - Guiomar Namo de Mello - parte 2

1º seminário 2contra2: A televisão ameaça a democracia? (parte 7/12)

As Escolas de Educação Infantil de Reggio Emilia, Itália

Construção e Queda do Muro de Berlim

2050- O Paraíso à vista


Eis o que se concluí do video acima. Certamente para quem ocupa a posição de elite econômica, o Brasil já é um paraíso e não precisa melhorar em nada.

2022 - O Paraíso à vista


Eis o que se concluí do papo de alguns especialistas, como aqueles que participam dessa discussão. Certamente para quem ocupa a posição de elite econômica, o Brasil já é um paraíso e não precisa melhorar em nada.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Lula, filho do PT, adota o Brasil do PMDB

“Lula, o filho do Brasil” conta a história do presidente do País sem mostrar sua carreira política. Vai direto do sindicalista ao estadista que abraça o Brasil do PMDB.

“Você sabe quem é esse homem, mas não conhece sua história”. Este é a frase estampada nos cartazes do filme de Fábio Barreto. E que história conta a produção sobre Lula da Silva?

Até uns 15 anos atrás, a resposta era clara. A maioria da população considerava Lula um sindicalista radical, grevista, presidente de um partido de baderneiros. Podia ser também um ignorante, analfabeto, nordestino da ralé, fantoche na mão de subversivos. Mas, antes de tudo, Lula era a cara do PT.

Este Lula praticamente não aparece no filme de Barreto. A criação e a trajetória do PT são ignoradas. Com isso, 23 anos de história política do País são apagados. E sem esse elemento, a produção vira mito, relato de auto-ajuda, roteiro de novela, conto de Natal. No entanto, o filme acaba trazendo implícitas as atuais opções políticas de Lula.

O filme mostra o início da carreira pública de Lula. Eleito para uma diretoria de pelegos no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o filho de dona Lindu começou sua vida sindical sem enfrentar a ditadura de 64. Mas, com sua grande inteligência e faro políticos, sentiu que vivia um momento histórico decisivo. A agonia do regime dos generais se aproximava. As decisões tomadas naquele momento definiriam quem iria dirigir o trem da história e quem seria atropelado por ele.

A maior e mais corajosa decisão de Lula foi dizer sim à proposta de criar e presidir um novo partido de oposição. Uma organização formada por militantes católicos de base, sindicalistas, grupos que combateram a ditadura clandestinamente e milhares de jovens. E que afirmava claramente sua opção pelo socialismo.

A fundação do PT desagradou a oposição oficial da época. Eram os políticos tradicionais e engravatados do MDB. Os doutores Tancredo, Ulysses, Fernando Henrique e alguns outros, queriam os trabalhadores e estudantes sob suas ordens. E com certeza viam em Lula apenas uma liderança intuitiva, de segundo escalão, pronta a obedecer seus chefes diplomados.

O PT era uma panela de pressão que fervia sobre o fogo das lutas sindicais e populares. Lula mal conseguia manter a temperatura do partido longe do ponto de explosão. Suas posições políticas pessoais sempre foram bastante moderadas. Ele e seu grupo eram favoráveis a alianças mais amplas, a tratar com menos hostilidade patrões e governos e a afastar o partido de posições radicais.

Se dependesse de Lula e seus aliados, o PT teria se tornado um partido da ordem muito mais cedo. Para a sorte dele, as bases do PT não deixaram. Somente assim, Lula viria a se destacar como alguém que não se deixava enganar pelos politiqueiros. Somente assim, o PT foi se credenciando como partido coerente, duro em suas posições, classista e sem medo da cara feia da extrema direita.

A própria figura de Lula colaborava para manter a radicalidade do PT. Ele representa tudo o que a classe dominante brasileira mais odeia. Um pernambucano do sertão, sem diploma universitário, falando errado, incendiando assembléias e comícios. E essa rejeição contaminou os trabalhadores e pobres em geral durante muito tempo. Acostumado a doutores, o povo não queria um operário no poder.

A classe dominante brasileira também ajudou a tornar o PT radical. Se não era a repressão dos militares, era o jogo sujo da oposição do MDB que tornava difícil o caminho da moderação.

Basta lembrar das Diretas Já. Foi o PT que iniciou esse movimento. Rapidamente, multidões encheram as ruas e praças das grandes cidades para exigir eleições diretas para presidente. O MDB não perdeu tempo. Assumiu a direção do movimento e o usou para barganhar uma saída honrosa para a ditadura.

Com isso, o golpe fatal contra o regime dos generais seria dado no Colégio Eleitoral. Longe das ruas e sob controle das classes dominantes. O PT se recusou a participar desse acórdão entre as elites. Foi chamado de obscuro, infantil, incendiário. Mas, ampliava seu patrimônio de coerência e respeito à vontade popular.

Com o fim da ditadura, a vitória de Collor e 10 anos de ataques neoliberais, finalmente o PT começou a trilhar o caminho que Lula sempre defendeu. Por dentro do sistema, fazendo alianças, moderando o discurso, procurando o diálogo com empresários e latifundiários, aceitando medidas neoliberais como um mal menor.

A crise do neoliberalismo no final dos anos 1990 abriu a “janela de oportunidade” que Lula e a maioria da direção do PT souberam aproveitar. Todo o patrimônio de lutas e resistência do PT foi colocado a serviço da vitória nas eleições presidenciais. Com a vitória em 2002, Lula voltava a fazer política por dentro do sistema. Tal como fazia no ABC até ser obrigado a convocar greves contra o regime e não apenas por melhores salários.

O PT foi definhando durante o governo Lula. Não como estrutura. Esta está mais forte do que nunca. Mas como partido de luta e organização com vocação socialista. Para a população, o PT é cada vez mais a caricatura criada pela grande mídia. É o “partido dos aloprados corruptos, dos barbudos agarrados a seus cargos, dos esbanjadores do dinheiro público”.

Tudo isso para quê? Os números oficiais dizem que a renda dos mais pobres aumentou. No entanto, isso vinha acontecendo desde o final da década de 90. O capitalismo não vive só de miséria. Em certos casos, precisa desenvolver um mercado interno mínimo para gerar seus lucros. É possível que seja isso que venha acontecendo há mais de 10 anos no Brasil.

O governo Lula parece ter acelerado esse processo. A melhor maneira de fazer isso é aumentar a renda entre os mais pobres. Por isso, o governo petista foi o que melhor colocou em prática programas sociais. Mas, gente do próprio PT admite que a divisão do bolo tem sido feita entre os que vivem de salário.

A minoria que vive da exploração do trabalho alheio continua intocável. Grande parte da riqueza produzida pelos trabalhadores permanece sob controle de uma elite que representa 1% da população brasileira.

As melhoras econômicas do povo jamais colocaram sob ameaça aqueles que o exploram há mais de 500 anos. A classe dominante agradece penhorada. É o que mostra a lista de patrocinadores do filme sobre a vida de Lula. São milhões de reais da OAS, Odebrecht, Vale, Camargo Corrêa, Oi, Volkswagen. Enormes empresas generosamente amamentadas pelo Estado brasileiro.

Antes, a estrela do PT radicalizava Lula, mesmo contra a vontade dele. Hoje, Lula amaciou o PT sob sua sombra de estadista conciliador. E a candidatura petista para 2010 vem embrulhada numa aliança com o PMDB, o mais fisiológico dos partidos.

Tudo isso é muito complexo para caber num texto sobre cinema. Mas, o filme de Barreto foi explícito demais ao apagar o PT da vida de Lula. Dá graves sinais sobre o que pode acontecer na política nacional em 2010.

Tudo indica que as eleições presidenciais devem se dividir entre duas grandes opções. Ambas, muito tranqüilas para a burguesia. De um lado, o PMDB mandando no País, com o PT enfeitando o trono. Do outro lado, toda a porcaria tucana querendo voltar ao poder. Lula está fazendo tudo para que a primeira opção vença, mas já disse que não ficaria muito triste se perdesse a parada.

Afinal, o Brasil atual é o país dos sonhos daquele Lula enfiado na direção pelega dos metalúrgicos do ABC. Um paraíso do grande capital, em que a explosão de lucros para os de cima faz sobrar migalhas suficientes para os debaixo. É coerente com uma frase que Lula costumava dizer e está presente no filme de Barreto: “Não vou chamar de inimigo quem paga meu salário”. A conseqüência maior dessa política é a manutenção da injustiça e da exploração para a grande maioria dos outros filhos do Brasil.
Sérgio Domingues