sábado, 31 de dezembro de 2011

Dois anos após escândalo no DF, ninguém foi denunciado

Dois anos após escândalo no DF, ninguém foi denunciado

Roberto Maltchik, O Globo

Na história recente da República, poucas investigações conseguiram reunir tantas provas materiais e testemunhais como a Operação Caixa de Pandora, que derrubou o esquema de corrupção no governo do Distrito Federal.

Porém, dois anos após a ação policial e a revelação de vídeos e áudios em que até o então governador José Roberto Arruda (sem partido) foi pego recebendo dinheiro, a Procuradoria Geral da República (PGR) ainda não denunciou os investigados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Demora que causa perplexidade até mesmo entre integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Em agosto, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que a denúncia sairia "sem falta" em 2011, logo após a sabatina que o reconduziu ao cargo por mais dois anos.

Agora, porém, ele sustenta que precisa de mais tempo para construir uma denúncia robusta, que abrevie o processo judicial. A promessa é representar os acusados até o fim do primeiro semestre de 2012.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Três municípios gaúchos estão entre os Dez de maior destaque na educação no país. 05/07/2010 - 17h20

Prefeitos destacam qualificação dos professores para bom índice no Ideb. 05/07/2010 - 14h15

Brasil deve fechar 2011 como a sexta maior economia do mundo. 26/12/2011 - 11h52

Vinte anos depois, a Rússia ainda procura um caminho

Vinte anos depois, a Rússia ainda procura um caminho
O que parecia ser uma primavera ainda não conseguiu sair de um tenebroso e frio inverno21 de Dezembro de 2011 às 20:55

João José Forni
A Rússia assistiu nos últimos dias ao maior protesto popular acontecido no país desde a dissolução da União Soviética em 21 de dezembro de 1991. Certamente desde 1917. Porque não consta na história dos 74 anos de regime comunista qualquer manifestação do gênero. Milhares de pessoas nas ruas protestaram contra o resultado das eleições legislativas de 4 de dezembro, vencidas pelo partido do primeiro-ministro Vladimir Putin. Extravasaram um cansaço com os grupos que dominam o poder há 20 anos.

Na opinião de manifestantes, os russos marcharam contra a corrupção, a fraude eleitoral e o fracasso do governo em cumprir com o dever de proteger os cidadãos. O fato é emblemático, não apenas por ter acontecido num país de tradição histórica repressiva e avesso a atos desse quilate, mas pelo momento histórico de pressões populares cada vez mais violentas contra ditaduras e regimes fechados. No mundo árabe, as marchas por abertura política, e até nos países do primeiro mundo, contra a crise econômica, assustam governantes acomodados e surdos. Daí por que o governo russo, antes que fosse tarde, apressou-se em reprimir arroubos maiores dos manifestantes.

Todos se lembram do que aconteceu em 1989, quando o regime comunista começou a ruir, simbolizado pela multidão que rompeu as fronteiras da Alemanha Oriental para o Ocidente. Quem esquece as cenas históricas da massa popular subindo e destruindo o triste Muro de Berlim, símbolo vergonhoso da divisão do mundo, que separava as duas Alemanhas, desde 1961?

Durante dois anos, as repúblicas socialistas soviéticas, integrantes da antiga URSS, começaram a se esfacelar, com declarações de independência, num movimento em cadeia que afrontou Moscou. O efeito manada contaminou repúblicas que viveram 72 anos sob controle absoluto do Kremlim . Nem o carisma de Mikhail Gorbachev, o badalado mentor da “glasnost” (transparência) e da perestroika (reestruturação), a abertura russa que levou ao fim da Guerra Fria e à débâcle do comunismo, conseguiu impedir a dissolução do império.

Idealistas do Ocidente viram a desintegração da Rússia como um inevitável triunfo da democracia, até mesmo como “o fim da história”. Os comunistas mais ortodoxos, demonizaram o momento como o “a maior catástrofe geopolítica do século”. Entre uns e outros, o que restou da União Soviética oscilou nos extremos – uma mistura de nações, totalizando um sexto da massa de terra do mundo, completamente diferentes umas das outras. E países pequenos, pouco conhecidos, mas promissores quanto ao futuro.

Além de etnias variadas, alguns são democracias genuínas. Outros, imitações pouco convincentes ou cínicas, numa definição histórico-política difícil de definir, como admitiu o jornal britânico The Guardian. Segundo associações defensoras de liberdades políticas, três das 15 ex-repúblicas soviéticas são consideradas livres, sete não são livres e outras cinco têm um regime esquizofrênico, entre uma e outra forma política.

A Rússia está classificada entre as “não livres”, principalmente após a era Putin, o atual todo poderoso primeiro-ministro. A oposição foi oprimida e manifestações contrárias ao regime atual são reprimidas com violência, como aconteceu no último fim de semana.

Vinte anos depois, o que parecia ser uma primavera ainda não conseguiu sair de um tenebroso e frio inverno. A nova Rússia herdou muitos defeitos do antigo regime e não assimilou sequer algumas virtudes da democracia. Acabou criando um governo centralizador, que não soube construir uma democracia forte e participativa, à altura da importância histórica e do poderio da Rússia, no século XX.

Embevecidos pela abertura e lampejos de liberdade, tantos anos restrita, os soviéticos sofreram com privatizações suspeitas e com guerras e revoltas com os antigos aliados, como aconteceu com a Chechênia e a Geórgia, até hoje pedras no sapato do governo de Moscou. Movimentos de separação continuam a assombrar as ex-repúblicas soviéticas, gerando uma permanente instabilidade na região. A corrupção, essa praga tão conhecida de outros países, mais abaixo do Equador, contaminou muitos negócios e até a repressão às liberdades, com mortes suspeitas de jornalistas e desafetos políticos, mancham a história moderna do país.

Nesta semana, quando se comemoram 20 anos da dissolução da União Soviética, o Ocidente olha para aquele grande país com muitas interrogações. As riquezas naturais, principalmente petróleo, e a rica história da ex-república soviética não dão segurança aos russos de que o futuro será um pouco melhor do que os últimos vinte anos.

João José Forni é jornalista, consultor de comunicação e editor do site www.comunicacaoecrise.com.

Bomba Nuclear Documentário.3gp

Pedidos difíceis de 2011 (1)

O melhor de Tobby em 2011 – Parte 1

O que é isso, companheiros?

O que é isso, companheiros?

Em meio à eleição do ano passado, quando o sigilo fiscal de Verônica Serra foi quebrado por suposta encomenda do jornalista Amaury Ribeiro Jr., o problema a separar José Serra de Aécio Neves deixou de ser político e passou a ser pessoal.

Serra concluiu de uma vez por todas que Amaury estava de fato a serviço de Aécio.

Em seu livro “A Privataria Tucana”, Amaury confessa que espionou o esquema de espionagem de Serra a pedido do jornal Estado de Minas, onde trabalhava. Por sua vez, o jornal atendia a um pedido de Aécio, então governador do Estado.

Serra acalenta o sonho de ser candidato a presidente pela terceira vez. Aposta no fracasso do governo de Dilma.

Se não der, porém, tudo fará para que Aécio, uma vez candidato do PSDB a presidente, não se eleja de jeito nenhum.

É o troco.

O PT agradece.



Blog do Noblat

El sistema educativo chileno es ilegítimo

Trem inspirado em espada vai a 500km/h na China

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Flagrantes



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

El fúturo de la Educación en Chile está en juego ahora.

Momentos claves de Chile

Chile: Cuestionan proyecto de ley de municipalización

Ceausescu, el rey del comunismo Part 3

Ceausescu, el rey del comunismo Part 1

PT adia prévia em Florianópolis em busca de consenso16 de dezembro de 2011

PT adia prévia em Florianópolis em busca de consenso16 de dezembro de 2011

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O Partido dos Trabalhadores de Florianópolis adiou a realização da prévia marcada para este domingo (18 de dezembro). O motivo seria o apelo de parte significativa de integrantes da sigla na busca de um nome de consenso. Três se inscreveram para participar da escolha, que foi adiada: José Fritsch, Márcio de Souza e Ricardo Baratieri.

O presidente Nildomar Freire, o Nildão, disse que não adianta o PT ir para a prévia ou dialogar com os demais partidos sem ter uma unidade interna. Nesta sexta-feira, às 17h, na sede do Diretório Estadual do PT, em Florianópolis, a executiva municipal se reunirá com a ministra Ideli Salvatti (relações Institucionais), uma das petistas que pediram para adiar a prévia.


Roberto Azevedo

Saddam Hussein - Ascensión al poder: El partido Baaz y el Tercer Reich 1/7

Saddam Hussein - Ascensión al poder: El Partido Baaz y el Tercer Reich 2/7

domingo, 18 de dezembro de 2011

Aniversário da revolta árabe tem mortes no Egito

Aniversário da revolta árabe tem mortes no Egito
Pelo menos dez pessoas foram mortas hoje no Egito em choques entre manifestantes e a polícia, no aniversário de um ano da tentativa de suicídio que deflagrou uma onda de revoluções democráticas no mundo árabe.

Em 17 de dezembro de 2010, o jovem profissional universitário desempregado Mohamed Bouazizi tentou se matar tocando fogo na própria roupa depois que a polícia aprendeu a banca de frutas e as mercadorias que vendia para tentar sobreviver, no interior da Tunísia. Quando ele morreu, em 4 de janeiro de 2011, a revolta explodiu.

Dez dias depois, caiu o ditador Zine ben Ali, no poder havia 23 anos. Um mês depois, em 11 de fevereiro, seria a vez do ditador do Egito, Hosni Mubarak, no poder havia quase 30 anos.

Na época, as Forças Armadas decidiram ficar do lado dos manifestantes. Tudo mudou nas últimas semanas, talvez em função da vitória dos partidos islamitas nas eleições parlamentares que ainda estão em andamento em algumas regiões do país.

Hoje o primeiro-ministro Kamal Ganzouri acusou os manifestantes concentrados na Praça da Libertação, no centro do Cairo, que exigem sua queda, de "serem contra a revolução. Eles estão atacando a revolução", informa o jornal The New York Times.

O Conselho Supremo das Forças Armadas, que governa o país desde a queda de Mubarak, nega que o Exército esteja massacrando civis nas ruas. Diante de imagens de mulheres sendo arrastadas e tendo roupas rasgadas por agentes da repressão, o ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica Mohamed ElBaradei, aspirante à Presidência do Egito, prometeu responsabilizar os militares.

Corría el año: Budas en el exilio

Video horrible: Una joven es brutalmente golpeada por policías egipcios

"O Dia em que a Terra Parou"

sábado, 17 de dezembro de 2011

Segunda parte de la entrevista a Camila Vallejo

Ministro Mendes Ribeiro explica produção agrícola em 2011 e a campanh...

Tensão no Egito

Tercera parte de la entrevista a Camila Vallejo

Novo movimento na escalada da guerra

Novo movimento na escalada da guerra
Jornal do Brasil

Mauro Santayana
“A Primeira Guerra Mundial foi um trágico e desnecessário conflito” — assim se abre o excelente estudo do historiador britânico John Keegan sobre aquele confronto. Todas as guerras são uma só e permanente, iniciada não se sabe quando. Os raros períodos de paz têm sido os das tréguas impostas pela exaustão.

Em 1922, desmobilizado depois da derrota de seu país, o cabo Adolfo Hitler conclamaria a Alemanha à desforra: “Não é possível que 2 milhões de alemães tenham sido mortos em vão. Não podemos perdoar, nós queremos vingança”.

O confronto de 1914-1918 teve sua origem em outra guerra ocorrida quatro décadas antes, entre a França e a Alemanha. Como a mentira e a provocação são sempre instrumentos do poder, a guerra de 1870 fora provocada pela jogada de Bismarck, falsificando um telegrama que narrava encontro entre o embaixador da França, Conde Benedetti, e o rei Guilherme I, no balneário de Bad Ems. A conversa ocorrera em termos corteses, com o soberano alemão se negando a aceitar uma reivindicação da França. Bismarck mudou os termos do telegrama, afirmando que o embaixador e o rei se haviam insultado mutuamente, chegando quase aos bofetões. Divulgado o texto fraudado, a opinião pública dos dois paises exigiu a guerra — e a França caiu na armadilha, declarando-a em primeiro lugar, em julho de 1870.

A Alemanha em pouco tempo levou suas tropas a Paris. Bismarck se apossou logo da Alsácia e da Lorena, com a desculpa de que necessitava proteger-se no futuro contra o inimigo vencido. Lord Salisbury, depois primeiro-ministro da Inglaterra, fez o alerta contra tal pretensão, em artigo publicado no calor dos fatos, em outubro de 1870, na famosa Quarterly Review. Escreveu o estadista que “as outras nações da Europa são levadas a deduzir que devem temer mais a intoxicação de uma Alemanha triunfante, do que uma França diante da violência e da Revolução. Uma Alemanha pacífica é apenas conversa de diplomatas. Nada existe na História para justificar semelhante situação”.

“Dia virá — diz Salisbury em outra passagem — no qual os sonhos ambiciosos da Alemanha virão chocar-se, em seu caminho, com um povo suficientemente forte para por os seus ressentimentos à prova. Esse dia será, para a França, o da restituição e o da revanche”.

Por duas vezes, em 1918 e em 1945, a Alemanha pagou pelas suas ambições. Na Primeira Guerra Mundial, a aliança entre a França e a Inglaterra, com a contribuição norte-americana, levou-a ao chão. Os sentimentos de revanche, capitalizados por Hitler, conduziram-na novamente ao desvario. Desta segunda vez, não obstante a brava resistência da Grã Bretanha e a ação interna dos patriotas dos países ocupados, o povo mais forte foi o da União Soviética. Quem derrotou a Alemanha foi o Exército Vermelho, a partir da heroica reviravolta de Stalingrado, até sua chegada a Berlim.

A Europa atual, em lugar de ter aprendido com o passado, parece ter perdido de vez a lucidez. Não há mais Salisbury, Disraeli, ou Churchill, entre os ingleses, mas pigmeus, como David Cameron e seus antecessores imediatos. No resto da Europa, o cenário é o mesmo. Incapazes de governar, posto que desprovidos de inteligência política, os simulacros de governantes entregam o poder aos banqueiros e a consultores empresariais. Como comediantes, lêem discursos que correspondem aos interesses dos reais donos do poder, e se reúnem com seus pares, fazendo de conta que lideram: não passam de meros delegados dos grandes banqueiros.

Ao mesmo tempo, cresce, na França e na Inglaterra, mas também na Itália e na Espanha, uma tendência a retomar, assimilar e assumir o espírito germânico de conquista e domínio, tão bem identificado por Salisbury há 140 anos. É assim que podemos ver a mobilização acelerada de Paris e Londres, sob o patrocínio norte-americano, contra o Irã e a Síria. Não é a violação dos direitos humanos, que eles mesmos desrespeitam em seus países, a movê-los — mas a hipótese, cada vez mais provável, de que as manifestações de inconformismo dentro de suas próprias fronteiras passem do protesto à revolução.

A deplorável e estranha invasão da embaixada britânica em Teerã, não era de interesse de Ahmadinejad. O governo inutilmente pediu desculpas e prometeu punir os responsáveis — mas isso não bastou. O tom irado e belicoso subiu nas chancelarias da Europa Ocidental. Repete-se a mesma história: a fim de obter a coesão interna, diante da insatisfação crescente de seus povos contra o neoliberalismo, apela-se para o falso patriotismo e a xenofobia. A guerra de agressão pode ser o passo seguinte.

É nesse cenário que vemos a alteração geopolítica do mapa mundial, com suas perspectivas e prováveis consequências. Os grandes países emergentes — China, Rússia (que reemerge) Brasil e Índia — deixaram claro que não admitem a intervenção na Síria, nem no Irã, fora dos mandamentos da Carta das Nações Unidas. Os russos mantêm uma base militar no porto sírio de Tartus — equipada com foguetes de defesa aérea de alta eficiência — e naves militares bem equipadas para uma guerra no Mediterrâneo. Os chineses têm também navios de guerra patrulhando aquele grande mar interior.

Os norte-americanos, em sua velha insensatez, parecem desafiar Moscou, ao anunciar que deixarão de cumprir certas cláusulas do Tratado das Forças Militares na Europa, no que se refere à Rússia. Esse tratado reduzia a presença de exércitos e armas convencionais no Continente, e o aviso prévio e recíproco entre Washington e Moscou de seu deslocamento militar na região. O tratado foi cumprido rigorosamente pelos russos, que fizeram recuar grande parte de suas tropas para além dos Urais.

Um ataque à Síria exigiria neutralizar o poder russo na base de Tartus, e é quase certo que haveria retaliação. Por outro lado, o Irã está muito perto da Rússia, e uma ação da Otan naquele país ameaçaria diretamente a segurança de Moscou.

Essa razão levou os Brics a aconselhar negociações com o governo de Teerã, em busca da paz na região, e a condenar qualquer iniciativa que viole os princípios da Carta das Nações Unidas. Um desses princípios é o da autodeterminação dos povos. O entendimento desses países, no encontro de Moscou, revela uma entente bem clara entre a China, a Rússia e a Índia, no espaço eurasiático, com todo o seu poderio militar (incluídos os arsenais atômicos), ao lado do Irã e da Síria.

A declaração oficial da diplomacia russa sobre a ameaça à Síria não poderia ter sido mais explícita, quando afirma que “a situação dos direitos humanos em um ou em outro país pode ser, evidentemente, objeto de preocupação internacional, mas em nenhum caso se pode admitir que questões de direitos humanos sejam usadas como pretexto para qualquer tipo de intervenção nos assuntos internos de estados soberanos, como se vê hoje, no caso da Síria. Cabe aos sírios decidir sobre o próprio destino, sem qualquer ‘empurrão’ vindo do exterior. A Rússia de modo algum aceita cenário que inclua a intervenção militar na Síria”.

Por detrás da Europa, há a ação permanente dos Estados Unidos, a proteger Israel e a instigar Londres e Paris à agressão, na esperança de, como das outras vezes, impor sua “paz” ao mundo. Uma paz que, em 1945, lhes trouxe o controle das matérias-primas mundiais, entre elas, o petróleo, e a cômoda situação de únicos emitentes de moeda no planeta.

Estamos à margem de um conflito que, se ocorrer, será tão trágico, ou mais trágico, do que os outros. Enfim, a paz sempre depende da vontade de que haja paz para todos — com equidade e justiça.

Jornal da Cultura 15/12/2011 - 4º Bloco

Jornal da Cultura 15/12/2011 - 3º Bloco

Jornal da Cultura 16/12/2011 - 4º Bloco

Jornal da Cultura 16/12/2011 - 3º Bloco

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Celtic Woman - The Pacific Slope

Metade dos americanos é pobre ou tem renda baixa

Metade dos americanos é pobre ou tem renda baixa
Sob pressão da pior crise econômica do país desde a Grande Depressão (1929-39), quase metade dos americanos vive na pobreza ou tem renda baixa. Os números do último censo confirmam a redução da orgulhosa classe média que era ampla maioria da população dos Estados Unidos.

"As redes de proteção social, como cupons de alimentação e devoluções de imposto de renda, ajudaram a conter o aumento da pobreza em 2010, mas muitas famílias de empregados de baixa renda são consideradas ricas demais para ter direito a benefícios", comenta Sheldon Danziger, professor de políticas públicas especializado em pobreza da Universidade de Michigan, citado pelo jornal digital The Huffington Post.

Europa já tem 23 milhões de desempregados

Europa já tem 23 milhões de desempregados


Fernando Duarte e Graça Magalhães Ruether, O Globo

Em meio a uma de suas mais graves crises políticas, a União Europeia (UE) está em sintonia num aspecto indesejado: o desemprego.

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela agência de estatísticas Eurostat, o índice de desemprego dos 27 países da UE atingiu 9,8% em outubro, o maior patamar da série histórica, iniciada em 1995. São 23 milhões sem emprego, e 2011 foi um dos piores anos na História recente para procurar emprego no continente.

A maioria (16 milhões) está nos 17 países que compõem a zona do euro, cujo índice atingiu 10,3%, o maior desde a criação do euro, em 1999. Mas há diferenças. Enquanto Áustria, Luxemburgo e Holanda estão abaixo de 5%, a Espanha tem o impressionante índice de 22,8%. Superou até a Grécia, que registrou desemprego de 17,7% no terceiro trimestre.

Já na Alemanha o número de desempregados recuou a 2,7 milhões, com a menor taxa desde 1991: 6,4%. Mas o de subempregados cresceu, para 3,9 milhões. E os analistas mostram pessimismo para 2012, por causa da crise da dívida no bloco. Mesmo assim, o "milagrinho econômico alemão", como é chamado, é motivo de admiração. No fim dos anos 90, eram cinco milhões de desempregados.

A principal causa da queda do desemprego alemão foi a chamada "agenda 2010", criada pelo ex-chanceler Gerhard Schröder (1998-2005), e a política de arrocho salarial. Até os sindicatos ajudaram, com renúncia a aumentos salariais, o que reduziu os custos de produção e elevou o superávit comercial.

Sete Saberes Necessários par Educação do Futuro Edgar Morin

Sete Saberes Necessários par Educação do Futuro Edgar Morin

Função da Escola por Libâneo

Edgar Morin. Un Pensador Planetario 2/6

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Grupo armado explota gasoducto en Siria

Entrevista coletiva sobre a regulamentação do programa Ciência sem Front...

Ciência Sem Fronteiras integra Educação com Inovação, áreas essenciais d...

Bancos x Clientes, uma relação de escravismo moderno A escravatura, também nomeada de escravidão ou escravismo no Brasil, é a prática social em que um

A escravatura, também nomeada de escravidão ou escravismo no Brasil, é a prática social em que um ser humano tem direitos de propriedade sobre outro designado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força. (Dicionário Digital Wikipédia)

A escravatura foi abolida do Brasil em 1888, com a Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel.

Com ela os negros se tornaram “livres” da opressão dos brancos.

Passados mais de 100 anos, estamos diante de uma nova relação de escravismo, com novas regras, mas que se enquadram dentro da definição clássica do termo.

Porém, não são mais os “brancos”, mas sim os “bancos” (gostaram do trocadilho?) os senhores dos escravos, e a condição de escravo já não é mais exclusiva dos negros, atingindo também mulatos, pardos, mamelucos, cafuzos, índios, e todas as misturas de cores e raças possíveis e imagináveis, inclusive, é claro os próprios brancos.

Vejamos como funciona este escravismo moderno:

Os senhores dos escravos eram donos de toda a produção do trabalho dos escravos, que apenas tinham o direito de ficarem calados e trabalhar.

Hoje, é um pouco diferente, no começo, depois de certo tempo, fica igual.

Os bancos cobram juros absurdos, e cobram juros absurdos sobre estes juros absurdos e tornam as dívidas absurdamente impagáveis, fazendo com que uma dívida de R$ 1.000,00 se transforme em uma absurda bola de neve que em poucos meses se multiplica absurda e vertiginosamente. (notaram como há absurdos neste absurdo?)

O que no começo era uma dívida que consumia 10% ou 20% do salário começa a consumir 30%, 50% ou mais.

Como os senhores de escravos, eles não têm dó ou piedade, e se o escravo não cumpre com sua obrigação (de trabalhar, ficar calado e destinar o fruto do seu trabalho para eles) “voluntariamente”, eles tomam o que entendem que é seu por direito e se apoderam de seu salário logo que ele cai na sua conta.

Se você consegue se livrar de ter a conta raspada, bem, aí você vai ser castigado, mas não por chicotadas no tronco, embora isto seja uma idéia tentadora para eles, mas de algumas formas mais modernas e “humanitárias”, como ser cobrado dia e noite por telefone, cartas e cobradores, seja em casa, no trabalho, nas férias, na casa de parentes e vizinhos. Seu nome vai para o SPC e SERASA e depois eles vão atrás de seus móveis, seu carro e sua casa. Aliás, tudo já é deles a partir do momento que você se tornou escravo.

Veja as semelhanças:

1- Você está preso e não tem para onde fugir;
2- Tem que trabalhar e entregar o fruto do seu trabalho para eles;
3- Se não entregar, eles tomam de você;
4- Se eles não conseguirem tomar de você “por bem” é a hora de tomar “por mal”, é hora da punição: 5 anos de chicotadas no SPC e SERASA, mandam os “feitores” (leia-se “empresas de cobrança”) chicotearem você dia e noite.
5- Depois, eles tornam-se proprietários de seus bens (carro, casa, etc) e você é descartado.

- Esse já foi! Agora é hora de pegar outros escravos! Coloquem os panfleteiros nas ruas!

“Olha o crédito fácil e rápido! Sem consulta ao SPC e SERASA!”

- Lá vem mais um. Preparem as correntes!

Ah, ia esquecendo: outras semelhanças:

6- O escravismo moderno, como aquele do século 19, tem o aval do Governo, que dá carta branca para que os bancos cobrem os juros que bem entenderem, além é claro de taxas e mais taxas sobre todo e qualquer serviço e taxas com siglas que você sequer entende;

7- A Justiça está do lado dos senhores de escravos. Ao invés de defender os oprimidos,a Justiça tem demonstrado total parcialidade em favor das instituições financeiras, sendo que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) que se intitula “Tribunal da Cidadania”, apenas se limita, em suas decisões favoráveis aos bancos, mesmo em casos em que a taxa de juros cobrada seja de 400% ao ano, a alegar que “as taxas de juros cobradas, não demonstram abusividade excessiva contra o consumidor pois estão dentro das taxas médias praticadas pelo mercado”.

Que mercado é esse? Não pode ser o mercado brasileiro! Será que estamos falando do mesmo país?

Como explicar que a cobrança de juros de 400% ao ano não é excessivamente abusiva em um país onde o salário mínimo teve alta de menos de 10% ao ano, a taxa SELIC é de 13,00% ao ano, a inflação prevista para 2007 é de 4,5% ao ano e a poupança rende cerca de 0,6% ao mês ?

Detalhe: Esta mesma poupança pela qual os bancos “remuneram” os clientes “poupadores” com 0,6% ao mês é utilizada por eles para emprestar aos próprios clientes com taxas de juros que chegam a 15% ao mês.

É bem justo! Vejamos: Você deposita R$ 1.000,00 e ganha R$ 6,00 por mês. Você pega R$ 1.000,00 emprestado, que eles pegam de sua própria poupança e ainda tem que pagar R$ 150,00 ao mês.

Bem, há aqueles que defendem o banco e vão dizer que sou um “sem vergonha defensor dos caloteiros”. Já sei até as frases de defesa (e ataque) que vão utilizar:

- “o cliente assinou porque quis”;
- “ele sabia o que estava assinando e os juros que iria pagar”;
- “ele tinha escolha de não assinar”, e
- Agora a mais clássica: “Assinou tem que pagar”.

Bem, para estes só faço esta pergunta:

Você culparia os negros pela escravidão?

Então não culpe o cidadão por estar escravizado pelas dívidas que se multiplicam mês a mês por juros e encargos estratosféricos, com aval do Governo e da Justiça.

Este pobre coitado não tem ninguém a seu favor, é apenas um escravo.

Depois querem mudar a nossa visão de que o Brasil não é um país subdesenvolvido, mas sim “um país em desenvolvimento”. Até poderia ser, se estivéssemos em 1800.

Viva o futebol, Viva o Carnaval, Viva o BBB, Viva a cervejinha.

Séculos se passaram e a política de Roma ainda é bem utilizada.

Enquanto eles nos dão o circo nem notamos que aquele que está do nosso lado está sendo devorado pelo leão dos juros e os próximos somos nós. Hei, o leão já comeu minha perna enquanto eu estava aqui distraído com a novela.

Em países ricos e desenvolvidos os bancos e outras instituições financeiras têm o papel de subsidiar a sociedade e alavancar o país para o crescimento. No Brasil são parasitas gananciosos que sugam a sociedade até a última gota, até não sobrar mais nada, apenas a miséria!

Onde estará a nossa a nossa Lei Áurea? Socorro Princesa Isabel!

Fonte: Site www.endividado.com.br

TV Globo confessa ter ajudado Collor a se eleger

Marco Antonio Araujo

TV Globo confessa ter ajudado Collor a se eleger .
Ah, o tempo é senhor da razão. Se ainda havia alguma dúvida, acabou: A TV Globo conspirou contra a democracia, atentou contra os ideais republicanos, traiu sua audiência, manipulou imagens e ajudou a eleger o pior presidente da história deste País, Fernando Collor de Mello.

Fossemos uma nação honrada, com leis a serem respeitadas, tivéssemos uma Justiça para todos, a emissora da família Marinho deveria perder a concessão pública que a autoriza a manter uma emissora de TV.

E a confissão de culpa foi veiculada na Globo News. Com desfaçatez que beira o insulto, o então todo poderoso José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o famigerado Boni, admitiu, em entrevista a Geneton Moraes Neto, que, sim, a Globo ajudou a praticar a maior fraude eleitoral da história do Brasil.

Boni, sempre na primeira pessoa do plural, confessa que, durante o escabroso debate eleitoral com Lula, em 1989, agiu como assessor político de Collor, compondo seu visual e tendo a brilhante ideia de colocar as famosas pastas empilhadas que fizeram a todos crer que ali havia volumosas denúncias contra o candidato do PT. Detalhe sórdido: as pastas estavam vazias.

Boni não tocou no assunto da criminosa edição do debate que iria ao ar no dia seguinte, no Jornal Nacional. Nem precisava. Chegamos a essa conclusão por mero raciocínio lógico. Todos sabem como aquelas imagens distorcidas foram determinantes para a vitória do presidente que viria a sofrer o primeiro processo de impeachment das democracias ocidentais. Agiram como sabotadores, terroristas das comunicações, para colocar no Palácio do Planalto o homem corrupto de que de lá seria expulso pelo povo, a pontapés.

Também não precisava falar mais do que isso, o bonachão cínico. Talvez no futuro seja obrigado a dizer, nas barras de algum improvável tribunal. Sugiro que lhe deem o privilégio da delação premiada, para que a verdade também atinja os poucos homens que estavam acima de Boni, entre eles Roberto Marinho.

Collor nega que recebeu ajuda. Também, pudera. Só faltava ele ser sincero uma vez na vida. Mas percebam o ato falho, em entrevista à Folha de S. Paulo: “Nunca pedi a ninguém para falar com o Boni, meu contato era direto com o doutor Roberto". Ah, tá. Foi o chefão mesmo que o ajudou?

Já o atual diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, diz que toda essa sujeria "foi uma iniciativa do Boni, como cidadão, mesmo que com o consentimento de Roberto Marinho". Hum? Se houve consentimento, como separar pessoa física de pessoa jurídica? Esse Kamel, é só apertar que entrega tudo...

Se alguém não julga sérias e estarrecedoras as declarações do ex-capo da rede Globo, merecia perder a cidadania brasileira e ser deportado para algum país árabe que ainda viva sob o jugo de uma ditadura moribunda. Ignorar a gravidade dessas confissões é abdicar da própria cidadania.

Com a palavra, o Ministério Público, o Congresso Nacional, o Ministério das Comunicações, o Supremo Tribunal Federal e todos os brasileiros que foram vítimas desse crime que quase destruiu nossa República.

Mulher agora usa uniforme de biscate .

Marco Antonio Araujo

Mulher agora usa uniforme de biscate .


Estou ficando velho. Ou meu senso estético se aprimorou com o tempo. O que eu acho é que a moda para mulheres virou uma biscatice prêt-à-porter. A maioria das moçoilas cismou de usar uniforme de vadia.

Sei. Vou parecer um misógino falocrata, uma azêmola moralista, um beócio reacionário, um brucutu. Podem procurar no dicionário, estou dizendo coisas horríveis sobre mim mesmo. Admito que não foi fácil chegar a essa conclusão.

Sim, estou generalizando. Ok, me refiro àquelas produções das minas para baladas, festas e barzinhos. Nos ambientes corporativos e em alguns velórios a situação ainda não é tão crítica. Ainda. Há exceções.

Não aguento mais ver todas as moças bonitas ou feias ou medianas se vestindo como bailarinas do Faustão, marias-chuteiras, rainhas de bateria ou garotas de programa. Seja no show sertanejo, na churrascada de domingo ou no aniversário da prima. Tá dominado.

Estou falando sério. Podem me detonar. Eu adoro mulher, juro, apesar de usar piercing. E quebro o pescoço quando passa uma deusa na rua. Mas o fato é que a sensualidade feminina virou sinônimo de vulgaridade.

Prestem atenção, principalmente nas beldades mais jovens. Elas se vestem igual, parece uma clonagem, um surto coletivo, uma epidemia, uma lavagem cerebral. Ser sexy, libidinosa, visualmente disponível, agora é a regra.

A farda da mulherada tem um item inegociável: saias curtas, muito curtas, curtíssimas. Ou vestidos, shortinhos, sei lá. Pernas à mostra, com ou sem celulite. E bustos, e costas, e braços. Todas as curvas e retas precisam estar dentro do campo de visão dos transeuntes. Isso é vertigem.

Até no inverno esse padrão se impõe, graças às leggings e meias-calças de lã. “Biscate não sente frio” vai substituir “Ordem e Progresso” na bandeira nacional. Seremos a pátria das patricinhas? Ou o país das panicats?

Sim, porque o que muda é a qualidade e o preço dos poucos tecidos. Essa ascensão do corte das roupas não mais distingue classes sociais. Peruas e periguetes, tanto faz. E o governo não toma nenhuma providência!

Existe uma regra básica, meninas: mostrou uma parte do corpo, segura o resto. Não tem falha. Os marmanjos vão salivar discretamente, até por que babar é muito feio. Escancarou? O selvagem sexto sentido dos homens elimina os cinco anteriores. Nessa hora, ninguém presta.

É uma feira, uma exposição, uma gincana. Um Big Brother, uma Fazenda. Um açougue. Que a Sabrina Sato se vista do jeito dela, eu entendo, ela é paga para isso, merece cada centavo. Mulherão. Profissional.

Mas qual o cachê que as humanas mortais esperam receber ao final de um espetáculo exibicionista que se perde na multidão? Cadê plateia pra tanto show?

Foi para isso que as mulheres se rebelaram contra séculos de opressão? Rebeldia agora é ser discreta e elegante. Tem coisa mais bonita que a noiva nua e o seu véu?

Sexualidade é um diamante muito íntimo. Um corpo bonito merece ser procurado, escavado, explorado. Conquistado. Nenhum tesouro fica exposto a céu aberto.

Quer dar? Dê-se ao respeito. O primeiro beijo é na mão.

Sucessor de Ossama Bin Laden é ainda mais perigoso - O mundo corre perig...

Las italianas vuelven a tomar las plazas

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

OCDE: Diversificação é crucial para a economia russa

Los Presidentes de Los Estados Unidos

FHC pode namorar aos 80 anos?

FHC pode namorar aos 80 anos?
Sidney Rezende Sidney Rezende 10/12/2011 09h49

Fala-se muito do preconceito que envolve a mulher que decide namorar um homem mais jovem. Mas também se torce o nariz quando um homem de 80 anos, por exemplo, desfila seu amor por uma jovem. Por que?

Em março, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi visto desfilando de mãos dadas no shopping Aventura, em Miami, com Patrícia Scarlat Gonçalves, secretária do instituto que leva seu nome, o IFHC. De volta ao Brasil, ambos ficaram calados.

A jornalista Mônica Bergamo, da "Folha", perguntou ontem ao príncipe da sociologia se ele estava apaixonado. FHC não gostou. "É problema meu", respondeu.

Realmente é interesse direto dos envolvidos quando o assunto é amor. Será difícil, no entanto, Fernando Henrique esconder se for realmente amor arrebatador.

Mesmo que parte da sociedade continue destilando preconceito, o sentimento maior vence... sempre!



Obama vai perder reeleição
Sidney Rezende Sidney Rezende 10/12/2011 09h42

Ricardo Amorim, um dos debatedores do programa "Manhattan Connection", me disse em Porto Alegre que a probabilidade do presidente Barack Obama perder a eleição é enorme. "Quando Obama ganhou, eu disse que ele não seria reeleito. Eu mantenho a opinião", disse.

O argumento de Amorim é simples, Obama perderá por causa da "economia, seu estúpido!"

Reforma de Dilma não será 'sangria desatada'

Reforma de Dilma não será 'sangria desatada'
enviado por Murillo de Aragão às 5h30m

A reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff planeja fazer no ano que vem não deverá ser "uma sangria desatada", na expressão que circula pelos gabinetes do Palácio do Planalto. Também não tem uma data certa. Em banho-maria, pode até ficar para março, de forma a coincidir com a substituição obrigatória dos que vão sair para disputar as eleições municipais. Até a situação do ministro Fernando Haddad (Educação) é incerta. Candidato à Prefeitura de São Paulo, ouviu do PT municipal um apelo para que antecipe sua saída da Esplanada, de forma a ter mais tempo para preparar a campanha. Haddad conversou com a presidente Dilma sobre o pleito dos petistas. Esta, segundo o próprio ministro, pediu que ele espere um pouco. De acordo com informações do PT paulistano, ainda não dá para dizer se Haddad será liberado antes ou se terá de esperar a leva que sai. (Agência Estado)

Putin acusa a Washington de fomentar las protestas en Rusia

Manifestaciones en Rusia contra resultados de elecciones

Rússia tem "a comissão eleitoral mais transparente do mundo"

domingo, 11 de dezembro de 2011

Pré-candidato tucano se irrita com o vaivém de Serra

Pré-candidato tucano se irrita com o vaivém de Serra
A paciência dá expediente na sede do diretório do PSDB de São Paulo. Mas convém bater na porta de leve. Ultimamente, ela anda furiosa.

Inquieto com o vaivém de José Serra no tabuleiro municipal, um dos pré-candidatos tucanos à prefeitura paulistana disse, em privado:

“Na política, os egos estão em toda parte, a maior parte no PSDB. Mas até o egocentrismo tem limite. Um candidato fantasma não pode valer mais do que quatro pré-candidatos de carne e osso...”

“...Com Gasparzinho ou sem ele, eu já não abro mão das prévias. Abnegação demais Freud não explica. Em política, o papel de derrotado é normal e aceitável. O de bobo não.

Josias de Souza

O Brasil das calamidades

O Brasil das calamidades

O chiste é conhecido. Ao criar o mundo, Deus distribuiu as catástrofes pela Terra, enquanto comentava com o anjo ao seu lado: “aqui eu vou localizar os EUA com seus terremotos e furacões; ali vai ser a Europa, que vai ter vulcões e também terremotos; acolá, vou instalar a Ásia, com desertos, terremotos e tsunamis”.

Curioso, o anjo indagou: “e nesse local vai pôr o quê?” Deus respondeu: “aqui será o Brasil”. Insistiu o arcanjo: “e ele não vai ganhar catástrofes naturais”? A resposta divina: “não, de jeito nenhum, mas você vai ver os políticos que eu vou botar lá”.

Ou a versão sobre a criação do mundo não é correta ou a galhofa sobre o Brasil não resiste aos solavancos da natureza neste início de século XXI. Pois os nossos trópicos começam a frequentar o ranking das grandes catástrofes do planeta.

Em janeiro deste ano, o país registrou o maior desastre climático de sua existência, na região serrana do Rio de Janeiro, que contabilizou 820 mortos. Foi o 8º pior deslizamento de terras da história mundial. O ano chega ao fim com o grave acidente no poço da Chevron, no campo de Frade (Bacia de Campos/RJ), que derramou no mar 440 mil litros de petróleo.

De desastre a desastre e milhares de vítimas, vivenciando incidentes que deixam marcas profundas na anatomia de cidades e regiões, o Brasil já não é o território seguro tão admirado em comparação com outras Nações.

Leia a íntegra em O Brasil das calamidades



Gaudêncio Torquato

Denise Dresser con Carmen Aristegui

Espanha vai conhecer novo governo no próximo domingo (20)

Megaferrovia sob o mar pretende conectar Rússia aos EUA

Emendas reforçam saúde, mas o governo pode cortar

Emendas reforçam saúde, mas o governo pode cortar
Na versão enviada por Dilma Rousseff ao Congresso, o Orçamento da União reservara R$ 79,6 bilhões para a saúde pública no ano de 2012.

Tonificada por emendas de parlamentares, a cifra deve ser elevada para algo em torno de R$ 84 bilhões.

Chama-se Rui Costa o deputado que cuida, na Comissão do Orçamento, do relatório setorial da saúde.

Costa pertence aos quadros do PT, que se apressou em trombetear no site partidário: “Verba para saúde terá aumento significativo no próximo ano.” É lorota.

Na véspera, o condomínio governista movera sua infantaria para derrubar no Senado a regra que obrigava o governo a investir no SUS 10% da receita no SUS.

Com isso, negou-se à saúde vitamina de R$ 35 bilhões e manteve-se a norma antiga: a União só tem carrear à saúde o montante do ano anterior mais a variação do PIB.

Quer dizer: preto no branco, o Tesouro não precisa entregar nada além dos R$ 79,6 bilhões já previstos. Dependendo de como fechar o PIB de 2011, pode ser até menos.

E quanto às emendas? Bem, o governo deve bloqueá-las ("contingenciar", no jargão oficial). Ou, por outra: as emendas serão passadas na faca.

“Não dá pra dizer que o piso foi melhorado nem que haverá mais dinheiro federal”, conforma-se Darcísio Perondi (PMDB-RS), presidente da Frenre Parlamentar da Saúde.

Josias de Souza

sábado, 10 de dezembro de 2011

Visión Siete: Asunción Presidencial: Saludo de delegaciones extranjeras ...

Visión Siete: Asunción Presidencial: Saludo de delegaciones extranjeras ...

Irán no iniciará guerra pero responderá agresiones

Irán no iniciará guerra pero responderá agresiones

Todo listo para la toma de posesión de Cristina Fernández

Qual o impacto?

É uma vergonha e uma aberração o fato de ainda remanescerem – depois de mais de 12 anos de “tentativa” de duplicação! - trechos e lotes da BR-101 postergados por falta de autorização ambiental. Qual seria o impacto ambiental incidente sobre a duplicação de uma rodovia já pré-existente? Uma língua de asfalto, num traçado paralelo à BR-101, que novo impacto produziria? Nunca se viu tamanha falta de bom senso por parte de órgãos ambientais, mais interessados, talvez, no “mal de Parkinson” da burocracia do que em preservar o meio ambiente. A história da duplicação da BR-101/Sul é um libelo contra o descaso com que são tratados a segurança do homem e seu direito à vida. Há pelo menos dois túneis e algumas pontes aguardando licenciamentos ambientais. Já se ouviu bizarras discussões sobre o “habitat” das orquídeas”, o direito das capivaras e o respeito ao sono dos morcegos.

Não são apenas os micos-leões dourados que merecem sobreviver. O homem pagador de impostos também é um bicho, tem direito à vida e merece ser ser preservado.

Sergio da Costa Ramos

Expectativa para posse da presidenta reeleita da Argentina

Força islâmica no Egito

Relações comerciais entre Brasil e Argentina superam US$ 30 bilhões

Força islâmica no Egito

Los Tipos de Lider

Jornal da Cultura 09/12/2011 - 1º Bloco

Jornal da Cultura 09/12/2011 - 4º Bloco

AMLO Andres Manuel Lopez Obrador Elecciones Mexico 2012

México: López Obrador será o candidato pelo PRD em 2012

Argentina, lista para nuevo mandato de Cristina Fernández

G1 - Entenda a situação política do Irã e os 30 anos da Revolução Islâmica

Jornal da Cultura 09/12/2011 - 1º Bloco

Mystical Flute Musica Anti-stress FLAUTA MISTICA LOOKING FOR YOUR PERFUME

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Economia estaciona e denúncias não param

Economia estaciona e denúncias não param

Balaio do Kotscho

O aniversário de Dilma Rousseff é na próxima quarta-feira, dia 14, ou seja, ela está vivendo seu período de inferno astral. As notícias na economia e na política, de fato, não são nada boas para a presidente neste final de seu primeiro ano de governo.

Com as sucessivas crises políticas que já levaram à queda de sete ministros, foram a estabilidade econômica e os bons índices de renda e emprego que asseguraram o apoio ao seu governo demonstrado até agora em todas as pesquisas.

Nesta-terça-feira, porém, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, veio a público para informar que o crescimento do país no último trimestre estacionou em 0% e o consumo das famílias caiu 0,1%, a primeira queda desde a crise de 2008.

Para completar, a gincana de denúncias da imprensa contra ministros atingiu agora o coração do governo. A "bola da vez" é seu velho amigo Fernando Pimentel, da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, ministro da cota pessoal de Dilma, que foi um dos coordenadores da sua campanha.

Desde domingo, veículos das Organizações Globo estão batendo duro em Pimentel por conta das consultorias que fez depois de deixar a Prefeitura de Belo Horizonte, quando já trabalhava na campanha presidencial.

O Palácio do Planalto teme que se repita o que aconteceu com Antonio Palocci, o ex-poderoso chefe da Casa Civil, que acabou sendo o primeiro a cair no governo Dilma, em razão de consultorias milionárias que não conseguiu explicar.

Programa SIM Carajás - 16/11

Estados de Tapajós e Carajás trará progresso à região, mas custará caro ...

Paulo Henrique Amorim desmente boatos sobre novos estados [SIM TAPAJÓS] ...

Estados de Tapajós e Carajás trará progresso à região, mas custará caro ...

Paulo Henrique Amorim desmente boatos sobre novos estados [SIM TAPAJÓS] ...

Divisão do Pará.wmv

O que é mais importante?

Vladivostok votou comunismo para vetar Rússia Unida de Putin

Termina hoje campanha para divisão do Pará

Detrás de la noticia : Tono belicoso

Divisão do Pará : entrevista com Celso Sabino da Frente contra a divisão

Raul Seixas - O Dia em Que a terra Parou

Escrito nas Estrelas - Tetê Espíndola

O amor e o poder (Como uma deusa) - Rosana Fiengo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Paulinho acusa PT de tramar queda

O deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, afirmou ontem que o PT articulou a saída de Carlos Lupi do comando do Ministério do Trabalho. Segundo ele, petistas influenciaram, sem o conhecimento da presidente Dilma Rousseff, a Comissão de Ética Pública da Presidência a recomendar a demissão de Lupi. “Tem todo um trabalho que foi feito para ter uma decisão sem até a presidente saber. Mas tudo bem, isso faz parte do jogo político. Tem gente do PT que tentou organizar essa saída do ministro Lupi. Vamos deixar isso para lá e deixar a Dilma decidir”, disse.
Após reunião da executiva nacional, o PDT adotou o discurso de que permanece na base do governo mesmo se perder o comando do ministério. Segundo o presidente interino do partido, deputado André Figueiredo (CE), não serão indicados nomes para substituir Lupi até a reforma ministerial, em janeiro.
O Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal abriu uma investigação cível para apurar se o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi cometeu improbidade administrativa por usar um avião privado para cumprir agenda no Maranhão, em 2009. A investigação começou no dia 25 de novembro, mas foi divulgada ontem pelo MPF.



Correio do Povo

Los secretos del KGB duermen en los archivos, pero no en la mente

Delicada situación mundial por provocaciones de occidente

"La acción bélica creará una catástrofe de la que saldrá perdiendo Irán,...

EE.UU. y Europa deben mirar logros de América Latina: Chávez

EE. UU. están eliminando los países fuera de su órbita, según el analist...

Detrás de la noticia : Tono belicoso

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Jango no exílio

Jango no exílio


Virou mesmo minha obsessão. Desde que o advogado e escritor Iberê Teixeira me contou essa história de que Jango vinha ao ponto mais alto de Santo Tomé, na Argentina, e dali ficava olhando para a sua São Borja, não paro de pensar nisso. É shakespeariano. A solidão do homem arrancado do poder e da sua terra natal. Um espectro rondando o seu passado. Hoje, quando se completam 35 anos da morte de João Goulart em território argentino, eu não poderia deixar de falar disso. Que país estranho o Brasil. Empurrou para o suicídio, no exercício do poder, o homem que o arrancou do torpor econômico e da fraude política. Deixou morrer no exílio um presidente cujos três crimes eram ser popular e bom de voto, rico com sensibilidade social e ter tentado realizar reformas básicas para que o país encontrasse o seu futuro. Jango é um dos maiores injustiçados da história brasileira.

Terá Jango sido assassinado? É um mistério que persiste. A Operação Condor existiu e matou, com o aval dos Estados Unidos, inimigos da direita em vários países da América do Sul. A vida de Jango no Uruguai e na Argentina interessa tanto quanto a sua morte. O que pensava? O que sentia? Quantas vezes terá se perguntado se errou ou se deveria ter resistido? Terá experimentado essa dúvida? São as nossas questões jamais respondidas: por que Jânio renunciou? Por que Jango não resistiu? Se a razão não parece iluminar a decisão de Jânio, o contrário acontece com a de Jango. Não resistir foi, além de o mais sensato, a única coisa a fazer. O golpe militar de 1964 foi minuciosamente preparado depois do mico de 1961. O Ipes e o Ibad, aliando civis e militares, organizaram o atentado às instituições. Março de 1964 trouxe-lhes os pretextos de que necessitavam. O resto ainda se saberá.

O Brasil deu um passo tímido, mas fundamental, em 2011 com a criação, pela presidente Dilma Rousseff, de uma Comissão da Verdade, que poderá ser muito útil para acabar com todas as mentiras, até mesmo, quem sabe, as ditas pela mídia da época sobre João Goulart, acusado de atos jamais provados. Para 2014, quando lembraremos os 50 anos de implantação da nossa última ditadura, o Brasil poderia aproveitar para viabilizar a criação do Memorial João Goulart, em Brasília, uma luta de João Vicente Goulart, filho do presidente Jango, ainda não realmente abraçada pela esquerda no poder. Jango morreu no exterior por causa da covardia dos milicos no poder, que temiam o seu poder de sedução e a sua capacidade, se voltasse ao Brasil, de incendiar o coração da massa contra um regime tacanho, medíocre e baseado na violência maldissimulada.

Imagino Jango na solidão das suas fazendas passando a limpo cada um dos seus gestos. Sempre penso em Jango como um homem que duas vezes tomou a decisão certa, evitando uma guerra civil, e duas vezes foi incompreendido. O Brasil ainda deve um pedido de desculpas a esse pacifista, grande negociador, que ousou, sejamos pomposos, querer um Brasil mais justo antes do tempo. Quer dizer, antes do tempo dos nossos conservadores. As reformas de Jango ainda estão sendo completadas. A rapidez não é uma das nossas qualidades.

Juremir Machado da Silva juremir@correiodopovo.com.br

DEM lança Demóstenes Torres a presidente em 2014


Por Caio Junqueira Valor BRASÍLIA -

O Democratas lançou informalmente nesta terça-feira o senador Demóstenes Torres (GO) como candidato a Presidente da República em 2014. Durante a convenção nacional realizada na sede do partido, os integrantes da legenda foram unânimes em afirmar a necessidade de uma candidatura própria nas próximas eleições presidencias.

"Vamos saudar nosso candidato a presidente, Demóstenes Torres", afirmou o senador Jayme Campos (MT), após discurso do senador goiano. Nele, Demóstenes disse que a legenda "deve se preparar para ter candidato a presidente da República". Parlamentares relataram ao Valor que o nome de Demóstenes já havia sido lançado em um jantar da cúpula do DEM neste ano na residência do senador.

Embora realizada para eleger o novo diretório nacional e confirmar o senador José Agripino (RN) como presidente do DEM até dezembro de 2014, todos os discursos feitos foram no sentido da candidatura própria. A tese majoritária agora é de que, sem candidato, o partido correria o risco de se extinguir.

"A sobrevivência passa por eleições. Os caminhos vão ser outros. Vamos fazer aliança com quem temos afinidade e onde houver conveniência política. Não emprestaremos nossa história a quem não tem história. Em 2012, vamos sair muito maiores do que entramos, com prefeitos em capitais e nas grandes cidades. E a eleição de 2012 vai ser a avant-première de 2014. Vamos crescer nas duas e se Deus quiser disputar as deleições para presidente em 2014", disse Agripino.

A única vez em que o DEM teve candidato próprio foi em 1989, quando o partido ainda se chamava PFL e lançou Aureliano Chaves como candidato. Seu desempenho foi pífio: teve 0,9% dos votos válidos e terminou a disputa em oitavo lugar. Depois disso, em todas as eleições a sigla se coligou com o PSDB.

O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), foi um dos defensores da candidatura em 2014. "O sentimento do povo é que o DEM tenha candidato a presidente. Faço um apelo por isso. O partido hoje é mais coeso, fala só uma língua e é mais coerente. Está consolidado como o mais importante e relevante partido da oposição. Nosso tamanho lá fora é muito maior do que aqui dentro. Construiremos uma nova realidade para ele e para o Brasil a partir de 2014."

Foram várias também as alusões ao PSD do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Nascido a partir de uma dissidência do DEM, o partido de Kassab foi um dos maiores responsáveis por desidratá-lo. As críticas nesta manhã falavam no adesismo do PSD.

"O Brasil infelizmente vive um momento de síndrome de adesismo. Muitos que não tiveram a delegação das urnas para exercer o poder procuraram outro caminho. O DEM está resistindo a isso. Tenho certeza de que o futuro nos compensará", disse ACM Neto. "Entre as conveniências partidárias e as pessoais, algumas pessoas escolheram as conveniências pessoais. Mas depuramos o partido. Os que preferiram as conveniências pessoais saíram", declarou Agripino.

(Caio Junqueira/Valor)

Irã diz ter derrubado avião espião

Teerã – As Forças Armadas do Irã derrubaram um avião espião não tripulado nos EUA que violou o espaço aéreo do país ao longo da fronteira Leste, informou ontem a agência oficial Irna. Uma autoridade militar não identificada pela agência alertou para uma forte resposta a qualquer violação do espaço aéreo do país por aviões teleguiados americanos. O Irã está em disputa com os EUA e seus aliados devido ao seu programa nuclear que o Ocidente acredita ter objetivo de desenvolver armas nucleares. O Teerã nega a acusação e assegura que seu programa nuclear é totalmente pacífico e visa gerar eletricidade e produzir isótopos para tratamento médico.

Correio do Povo

Nicaragua en alerta por daños de Costa Rica al Río San Juan

Más del 60% de españoles apenas cubre gastos (estudio)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PREPARATIVOS GUERRA ISRAEL vs IRAN

Liberdade e Intervencionismo - Parte 1/11

Ivan Valente Discute Código Florestal na Globo News 29/03/2011

Conheça o novo Código Florestal brasileiro

Distúrbios do Sono - Globo News

Teaser Fespesp - Deputado Federal Ivan Valente (PSOL/SP) - Vídeo III

Artillería pesada contra Irán: Occidente corta los lazos económicos con ...

PREPARATIVOS GUERRA ISRAEL vs IRAN

Aristegui Denuncia contra Felipe Calderon ante la Corte Penal Internacional

Experto de RT: el guión libio en Irán es imposible

"Occidente está buscando vías para romper las relaciones comerciales que...

"Podemos ver la tercera guerra mundial", asegura un analista sobre el pr...

Aristegui - Dialogo Por La Paz SEGUNDO ENCUENTRO DE CHAPULTEPEC 2/2

Aristegui - Dialogo Por La Paz SEGUNDO ENCUENTRO DE CHAPULTEPEC 1/2

sábado, 3 de dezembro de 2011

U2 - Live (Sao Paulo) - (11) Sunday Bloody Sunday

Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 3/6

Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 2/6

TERCEIRO REICH A QUEDA- 1/7

Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 6/6

Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 4/6

Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 5/6

Canal Livre discute o governo Dilma - Parte 4

Canal Livre discute o governo Dilma - Parte 3

Canal Livre discute o governo Dilma - Parte 2

Canal Livre discute o governo Dilma - Parte 1

Canal Livre discute o governo Dilma - Parte 2

Bélgica aperta o cinto

Jornal da Cultura 02/12/2011 - 4º Bloco

Jornal da Cultura 02/12/2011 - 1º Bloco

Jornal da Cultura 01/12/2011 - 2º Bloco

Jornal da Cultura 01/12/2011 - 3º Bloco

Jornal da Cultura 01/12/2011 - 4º Bloco

Cobertura das cerimônias do 11/09 - Band News HD 1080p

Jornal da Cultura 01/12/2011 - 4º Bloco

Jornal da Cultura 01/12/2011 - 4º Bloco

Jornal da Cultura 30/11/2011 - 1º Bloco

Jornal da Cultura 30/11/2011 - 4º Bloco

Jornal da Cultura 30/11/2011 - 2º Bloco

Jornal da Cultura 30/11/2011 - 3º Bloco

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sub-registros de nascimento atingem em 2010 o menor nível já observado, informa IBGE

Rio de Janeiro – A estimativa de sub-registro de nascimentos no Brasil caiu de 21,9% para 6,6% entre os anos de 2000 e 2010 e atingiu o menor nível já observado, conforme dados das Estatísticas do Registro Civil de 2010, divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Somente em relação ao ano anterior, houve queda de 1,6 ponto percentual. Ao todo, foram registrados 2,747 milhões de nascimentos no país no ano passado, pouco menos do que os 2,752 milhões registrados em 2009.

O sub-registro é a diferença entre a estimativa do número de nascimentos, feita pelo IBGE com base no acompanhamento demográfico, e o número de crianças que foram efetivamente registradas em cartório.

O documento do IBGE destaca ainda que houve queda nos registros extemporâneos, que são aqueles feitos após o ano de nascimento, sendo incorporados às estatísticas em anos posteriores. Em 2010, eles totalizaram 209.903, com “importante redução, indicando que é cada vez menor o estoque de população sem o registro de nascimento”, destaca o IBGE.

A maior queda foi observada no Maranhão, onde o índice passou de 73,1% para 20% em dez anos, seguido pelo Piauí (de 71,6% para 13,4% no mesmo período). Segundo o levantamento, em 2010 os estados que apresentaram os menores percentuais de registros extemporâneos foram São Paulo (1,2%), o Paraná (1,8%) e Santa Catarina (1,8%). Já os maiores percentuais foram verificados no Amazonas (28%) e no Pará (26,5%).

De acordo com o gerente de Estatísticas Vitais do IBGE, Claudio Crespo, um conjunto de políticas públicas e campanhas estimulando os registros de nascimento estão sendo suficientes para garantir “a melhora significativa” ao longo da última década.

Ele destacou ainda que o levantamento aponta uma queda contínua de brasileiras com idades de 15 a 19 anos que se tornam mães. O índice de nascimentos nessa faixa etária passou de 21,7% para 18,4% em dez anos.

“Esses percentuais ainda são importantes porque é esse grupo engloba as mães adolescentes, que estão em um período de formação do ensino médio, preparando-se para a entrada no mercado de trabalho. Mas, como o volume tem diminuído, já não é uma preocupação para a sociedade”, ressaltou.

Segundo Crespo, a redução revela uma mudança no perfil dessa parcela da população, que conta com “mais esclarecimento e perspectivas mais amplas de inserção social e no mercado de trabalho e, por conta disso, postergam a maternidade”.

Por outro lado, houve aumento na proporção de nascimentos, para o conjunto do país, principalmente entre as mulheres com idades de 30 a 34 anos (de 14,4% para 17,6%).

De acordo com as Estatísticas do Registro Civil de 2010, a quase totalidade dos nascimentos (97,8%) ocorreu em hospitais e apenas 1%, em casa. A Região Norte foi a que apresentou o maior percentual (2,8%) de partos no domicílio, sendo o Acre (9,6%) e o Amazonas (7%) os estados com as maiores proporções. Já a Região Sul apresentou o menor percentual de partos realizados em casa: 0,21%.



Agência Brasil

Na Fazenda do Itu

Na Fazenda do Itu


Nessas andanças pelo Rio Grande do Sul, eu tenho constatado muitas coisas interessantes. Três delas: a força avassaladora do Correio do Povo no interior do nosso Estado, a permanência do mito Getúlio Vargas e a beleza das nossas paisagens. O Rio Grande é um mundo. Um universo feito de cores, de aromas e de valores próprios. Estive no último final de semana, com Christopher Goulart, neto de Jango, em Santiago e Jaguari, a convite, respectivamente, da advogada Iara Castiel e do secretário da Educação Milton Bolzan. Santiago tem a cara gaúcha da boa e velha campanha, ainda que cada vez mais produzindo soja. Jaguari tem a marca da colonização italiana. Uma pequena cidade com identidade, personalidade e charme.

No sábado, fomos a Itaqui visitar a Fazenda do Itu, onde Getúlio viveu seu autoexílio no final dos anos 1940. Alceu Nicola, atual proprietário, recebeu-nos com a tradicional hospitalidade dos gaúchos. Gosto de dizer que a Fazenda do Itu é um mistério geográfico: quase todo mundo pensa que fica em São Borja, mas faz parte de Itaqui, embora esteja talvez mais próxima do atual município de Maçambará e muito acessível a partir de Santiago. Na época de Getúlio, era mais fácil chegar de avião particular. Fico imaginando uma cena: o vivente descendo numa pista de pouso mais parecida com uma cancha de carreira e montando num cavalo bem encilhado à espera. Foi na Fazenda do Itu que o jornalista Samuel Wainer entrevistou Getúlio e dele arrancou a famosa frase: "Voltarei, mas como líder de massas, não de partidos". Wainer, durante a conversa, nada anotou. Reconstitui depois tudo de cabeça. Deve ter burilado um pouco o material. Virou "O Profeta".

Embora não tenha demonstrado, senti uma forte emoção na Fazenda do Itu. O que me tocou mais foi a paisagem, a vastidão dos campos, um sentimento de pertencimento a algo impalpável, porém muito concreto, um estilo de vida, uma presença histórica, uma atmosfera. Sou sensível a esse imaginário das coxilhas e do Pampa. Esse Pampa com coxilhas, cenário completo e variado do gaúcho sul-rio-grandense, o sul-rio-grandense transformado em gaúcho, herdeiro do gaudério, nosso antepassado andarilho meio vago, meio heroico, meio homem, meio centauro. Fiquei olhando a casa, a pequena varanda onde Getúlio se sentava na rede para matear e fumar charuto. Experimentei o que todo visitante já experimentou. Só que, como sabia o poeta, o vivenciar é um viver com os cheiros de vida.

Pensei no homem, no todo-poderoso Vargas, o deputado, o ministro, o presidente da Província, o revolucionário, o presidente provisório, o presidente constitucional, o ditador, o exilado, o "ex-tudo" atravessando dias de reflexão e paz, "solito" como uma alma penada penando suas desilusões e preparando seu retorno triunfal e derradeiro. A história é um grande romance, uma narrativa do presente sobre o passado. O Rio Grande do Sul é uma epopeia. Como dizia o outro, cada um com o seu cada qual: Getúlio, Jango e Leonel "Itagiba" me fascinam mais do que Bento, Neto e Canabarro. Que coisa!

Juremir Machado da Silva

Comissão de Ética Pública recomenda exoneração de Lupi - 30/11/2011

Comissão de Etica Pública recomenda exoneração do ministro do Trabalho, ...

Incertezas egípcias

Incertezas egípcias

Merval Pereira, O Globo

Mesmo que o fantasma de uma multa de 500 libras egípcias (cerca de R$ 150) possa ter influenciado os menos animados, é improvável que o excepcional comparecimento, entre 70% e 80% dos eleitores aptos a votar, tenha apenas essa motivação no segundo dia das eleições parlamentares do Egito.

Da mesma maneira, a projeção do próprio partido Liberdade e Justiça, braço político da Irmandade Muçulmana, de que fará 30% do Parlamento mostra que, mesmo que lidere a coalizão mais votada, terá de fazer acordos políticos para indicar o primeiro-ministro, assim como para a eleição dos cem membros da Assembleia Constituinte que redigirá a nova Constituição para o país.

As projeções situam o partido salafista Al Nur e o centrista do Al Adl como prováveis coadjuvantes de um acordo político moderado.

Tudo indica que o espírito da Praça Tahir, desligado dos radicalismos religiosos e focado em reivindicações de mais liberdade individual e perspectiva de vida melhor, tenha orientado a maioria silenciosa, que vê nas eleições a maneira de sair da ditadura de Mubarak sem cair no controle do Conselho Supremo das Forças Armadas.

O professor Nelson Franco Jobim, especialista em política internacional, adverte que, se olharmos para a História, dá para entender que "a democracia é um processo, não pode ser imposta à força, como George W. Bush quis fazer no Iraque. Depende da formação de consensos, o que é sempre difícil em nações atrasadas e radicalizadas", como é o caso do Egito e do mundo árabe em geral, que não têm tradição democrática.

Talvez o maior exemplo de democracia no mundo muçulmano seja a Turquia, diz ele, "apesar da repressão aos curdos e de ser hoje um dos países que mais prendem jornalistas".

As Forças Armadas foram durante muito tempo as fiadoras do regime, e só a pressão para negociar a adesão à União Europeia conseguiu afastar os militares da política, e hoje vários oficiais estão sendo processados por tentativa de golpe de Estado.

O exemplo que parece se irradiar pelos países da Primavera Árabe que até agora lograram sair das ditaduras em direção à democracia através de eleições é o do governo da Turquia, cujo partido, Justiça e Desenvolvimento (AKP), embora islâmico, assumiu completamente o controle político de um Estado laico.

O primeiro-ministro Recep Erdogan, considerado um dos principais líderes do mundo árabe, dá destaque a dois pontos: a necessidade da democracia e o secularismo.

Na atual crise, a Turquia teve um papel moderador com relação à Síria até que os crimes contra seu próprio povo, denúncia avalizada pela comissão especial da Organização das Nações Unidas (ONU), fizeram com que apoiasse as sanções da Liga Árabe.

A tentativa da Turquia sempre foi para que Bashar Assad realizasse reformas em lugar de enfrentar a rebelião popular.

No momento, endossa as medidas punitivas para favorecer uma saída organizada da ditadura, evitando ao máximo a instabilidade política que resultaria de uma derrubada do governo de Bashar Assad pela multidão enfurecida, que afetaria toda a região.

A preocupação é não deixar que a influência do Irã cresça, levando o Líbano e o Iraque, que mantêm apoio à Síria, a entrarem em crise política.

O governo do AKP (Partido Justiça e Desenvolvimento) quer tornar a Turquia uma potência regional no Mediterrâneo Oriental e no Oriente Médio, pela disseminação de sua cultura política.

O secularismo, da maneira como é vivido na Turquia, significa que a religião faz parte da sociedade, mas não a controla e nem é controlada pelo governo.

Esse modelo agrada às classes médias dos países que buscam seu caminho na democracia, como o Egito, a Tunísia, o Marrocos.

Os militares estão se transformando em uma corporação profissional subordinada ao governo eleito, em vez de se considerarem, como ainda acontece no Egito, os defensores do Estado, com poderes de interferir na política.

Os militares do Egito, no entanto, parecem não se contentar com um papel de coadjuvante no futuro e pretendem manter o controle político, auxiliados pelas incertezas que o processo eleitoral ainda gera, apesar do comparecimento maciço dos eleitores.

Observadores internacionais ressaltam que vários detalhes sobre a apuração das eleições ainda estão incertos. Para um voto ser considerado válido, por exemplo, o eleitor tem que selecionar um partido na lista, além de dois candidatos independentes, caso contrário, o voto será integralmente anulado.

Devido a essa complexidade, os partidos mais organizados têm mais chance de sair vitoriosos das eleições, e, entre eles, a Irmandade Muçulmana se destaca, com a utilização de modernos recursos tecnológicos, como iPads, para orientar os eleitores na boca de urna, mesmo sendo proibido.

O temor é que os militares, como controladores do processo eleitoral, terão também muitas chances de influenciar os resultados, manipulando os votos que estarão sob sua guarda.

Os membros do partido da Irmandade Muçulmana sempre procuraram se distanciar das massas que estão reunidas na Praça Tahir, justamente para serem vistos como aliados dos militares em caso de necessidade, e contando também que a maioria silenciosa, que compareceu às urnas em número surpreendente, prefira no final das contas um governo apoiado pelos militares do que permanecer em revolução permanente nas ruas, prejudicando a economia e afastando os turistas.

Jornal da Cultura 30/11/2011 - 2º Bloco

Pont retira pré-candidatura à prefeitura de Porto Alegre

Pont retira pré-candidatura à prefeitura de Porto Alegre
Adão Villaverde deve ser o nome do PT na eleição municipal da Capital em 2012


O deputado estadual e presidente do PT gaúcho, Raul Pont, confirmou, nesta quarta-feira, a retirada da pré-candidatura para disputar a prefeitura de Porto Alegre para 2012. Ele explicou que o motivo foi não ter alcançado um consenso na sigla e que a atitude é para ajudar na construção da unidade partidária. Com essa decisão, o caminho fica livre para o presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, concorrer ao cargo pela legenda. A escolha entre os dois parlamentares iria ocorrer no sábado.

Na noite dessa terça-feira, Pont afirmou que continuaria na disputa após longa reunião com apoiadores na sede do Sindicato dos Bancários, mas deixou agendada nova reunião para a noite desta quarta-feira, quando deveria anunciar uma definição. No início da manhã de hoje, a assessoria do partido informou que Pont anunciaria a saída. Nos bastidores do PT, a informação é de que as correntes que apoiam Pont insistiam para que ele seguisse na disputa, mas que a vontade dele era desistir da corrida pela prefeitura da Capital.

No final desta tarde, Pont se encontrará Villaverde para tratar do cenário após sua renúncia, em reunião na Assembleia Legislativa. A iniciativa foi de Villaverde que, assim que Pont anunciou sua decisão, ligou para fazer o convite para o encontro. "O Raul teve um gesto extraordinário, de alta responsabilidade política", avaliou.

Questionado sobre como pretende construir a unidade partidária em torno de seu nome, uma vez que o PT se mostrava dividido entre as duas pré-candidaturas, Villaverde disse que a iniciativa de Pont foi o primeiro passo para a unidade, e que pretende dialogar com "todas as forças" do partido. Ele destacou também que o PT deve sair do encontro de sábado, no qual sua pré-candidatura será oficializada, dando ainda mais ênfase à candidatura própria e ao estabelecimento de alianças para a indicação do vice.



Fonte: Samuel Vettori / Rádio Guaíba

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Kadafi cantou Condoleezza na cozinha do palácio

Kadafi cantou Condoleezza na cozinha do palácio
Um dos momentos mais estranhos de sua carreira como assessora de Segurança Nacional e secretária de Estado do governo George W. Bush, durante uma visita à Líbia, Condoleezza Rice foi levada para uma conversa pessoal na cozinha particular do ditador Muamar Kadafi, que lhe apresentou uma gravação em vídeo.

"Eram apenas fotos minhas", contou Rice em entrevista na TV ABC a George Stephanopoulos, que foi diretor de comunicações do governo Bill Clinton. "Ele me disse: pedi ao melhor e mais famoso compositor da Líbia para compor esta música para você: Uma flor negra na Casa Branca".

Rice negou que os Estados Unidos tenham "invadido o Iraque para implantar uma democracia no país. Fomos claros a esse respeito. Era uma questão de segurança."

Nelson Franco Jobim

Rússia perde massa cinzenta

Haddad e Papai Noel

Haddad e Papai Noel
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A presidente Dilma Rousseff disse não à pressão do PT para antecipar a reforma ministerial. O partido queria que ela liberasse ainda em dezembro o ministro da Educação, Fernando Haddad, já escolhido pela legenda para ser pré-candidato a prefeito de São Paulo no ano que vem.

O PT deseja começar a pré-campanha o mais rápido possível porque Haddad tem baixo índice de intenção de voto. O partido quer torná-lo mais conhecido na capital paulista.

Haddad conversou com Dilma ontem (24). Perguntou se poderia sair antes do Natal. Ela respondeu com uma indagação: "Você tem algum trabalho de Papai Noel?". A presidente pediu que ele aguardasse "um pouco mais".

A saída de Haddad poderia antecipar a reforma. Há pressão do PT para não perder o cargo. Mas Dilma resiste à possibilidade de incluir a Educação numa negociação meramente política. Aprova a gestão Haddad e quer continuidade.

A tendência, portanto, é a indicação de um nome da própria pasta para suceder o ministro. Nessa hipótese, o favorito hoje é José Henrique Paim Fernandes, o secretário-executivo e atual número dois da Educação. Menos cotado, Luiz Cláudio Costa, é outra opção caseira.


Kennedy Alencar

Brasil, país de milionários

Brasil, país de milionários

O Brasil está bombando.

Quando não é bala perdida, é dinheiro mesmo.

Dezenove novos milionários a cada dia.

Eike Batista é bilionário.




E ainda dá conselhos no twitter.

Tipo “Um verdadeiro Lider compartilha todo o seu conhecimento!”

Eu preferiria que ele compartilhasse todo o seu dinheiro.

Por isso não sou um líder.

Nem bilionário.

Apenas leitor de Paulo Coelho e Eike Batista.

E fã do Pica-Pau, que bateu a chata da Xuxa em audiência.

A Xuxa tem o talento literário do Paulo Coelho e qualidade filosófica do Eike Batista.

É bomba!

Juremir Machado da Silva

Consultorio de historia y ciencia: El asesinato de Aldo Moro

Especialista comenta polêmica eleições no Egito


Código Florestal será votado nesta quarta-feira (30) no senado


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Como Bin Laden montou um império de terror na web

Panorama destaca a retomada das ferrovias no Brasil

Gilberto Kassab - Bloco 1

Pra Ser Sincero - Engenheiros do Hawaii - 10.000 Destinos

Horizontes - Elaine Geissler

America Latina, Dante Ramon Ledesma

A Grande Perversão

A Grande Perversão

Para resolver a crise econômico-financeira da Grécia e da Itália foi constituído, por exigência do Banco Central Europeu, um governo só de técnicos sem a presença de qualquer político. Partiu-se da ilusão de que se trata de um problema econômico que deve ser resolvido economicamente. Quem só entende de economia acaba não entendendo sequer a economia.

A crise não é de economia mal gerida, mas de ética e de humanidade. Estas tem a ver com a política. Por isso a primeira lição de um marxismo raso é entender que a economia não é parte da matemática e da estatística mas um capítulo da política. Grande parte da obra de Marx é dedicada à desmontagem da economia política do capital.

Quando na Inglaterra ocorreu uma crise semelhante à atual e se criou um governo de técnicos Marx fez com ironia e deboche duras criticas pois previa um total fracasso como efetivamente ocorreu. Não se pode usar o veneno que criou a crise como remédio para curar a crise.

Chamaram para chefiar os respectivos governos da Grécia e da Itália gente que pertencia aos altos escalões dos bancos. Foram os bancos e as bolsas que provocaram a presente crise que quase afundou todo o sistema econômico. Esses senhores são como talibãs fundamentalistas: acreditam de boa fé nos dogmas do mercado livre e no jogo das bolsas.

Em que lugar do universo se proclama o ideal do greed is good, em português, a cobiça é coisa boa? Como fazer de um vício (e digamos logo, de um pecado) uma virtude? Estes estão sentados em Wall Street de Nova York e na City de Londres. Não são raposas que guardam as galinhas mas as devoram.

Com suas manipulações transferiram grande fortunas para poucas mãos. E quando estourou a crise foram socorridos com bilhões de dólares tirados dos trabalhadores e dos pensionistas. Barack Obama se mostrou fraco, inclinando-se mais a eles que à sociedade civil.

Com os dinheiros recebidos continuaram a farra já que a prometida regulação dos mercados ficou letra morta. Milhões de pessoas vivem no desemprego e na precarização, especialmente jovens que estão enchendo as praças, indignados, contra a cobiça, a desigualdade social e a crueldade do capital.

Gente que tem a cabeça formada pelo catecismo do pensamento único neoliberal vai tirar a Grécia e a Itália do atoleiro? O que está ocorrendo é a sacrificação de toda uma sociedade no altar dos bancos e do sistema financeiro.

Já que a maioria dos economistas do establisment não pensa (nem precisa) vamos tentar entender a crise à luz de dois pensadores que no mesmo ano, 1944, nos EUA, nos deram uma chave esclarecedora.

O primeiro foi um filósofo e economista húngaro-canadense Karl Polanyi com sua clássica obra A Grande Transformação. Em que consiste? Consiste na ditadura da economia. Após a Segunda Guerra Mundial que ajudou a superar a grande Depressão de 1929, o capitalismo deu um golpe de mestre: anulou a política, mandou ao exílio a ética e impôs a ditadura da economia. A partir de agora não teremos como sempre houve uma sociedade com mercado mas uma sociedade somente de mercado.

O econômico estrutura tudo e faz de tudo mercadoria sob a regência de uma cruel concorrência e de uma deslavada ganância. Esta transformação dilacerou os laços sociais e aprofundou o fosso entre ricos e pobres dentro de cada pais e no nível internacional.

O outro nome é de um filósofo da escola de Frankfurt, exilado nos EUA, Max Horkheimer que escreveu a Eclipse da Razão (em português, de 1976).

Ai se dão as razões para a Grande Transformação de Polanyi que consistem fundamentalmente nisso: a razão já não se orienta mais pela busca da verdade e pelo sentido das coisas, mas foi sequestrada pelo processo produtivo e rebaixada a uma função instrumental “transformada num simples mecanismo enfadonho de registrar fatos”.

Lamenta que “justiça, igualdade, felicidade, tolerância, por séculos julgadas inerentes à razão, perderam as suas raízes intelectuais”. Quando a sociedade eclipsa a razão, fica cega, perde o sentido de estar juntos e se vê atolada no pântano dos interesses individuais ou corporativos.

É o que temos visto na atual crise. Os prêmios Nobel de economia, mas humanistas, Paul Krugman e Joseph Stiglitz, repetidamente escreveram que os players de Wall Street deveriam estar da cadeia como ladrões e bandidos.

Agora na Grécia e na Itália a Grande Transformação ganhou outro nome: se chama a Grande Perversão.



Leonardo Boff é teólogo e filósofo

Brasil ainda é um país pequeno, diz Serra

Brasil ainda é um país pequeno, diz Serra

RODRIGO VIZEU
DE SÃO PAULO

O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) fez críticas nesta segunda-feira (28) à posição do Brasil no cenário internacional.

Citando indicadores econômicos e sociais, ele disse que o Brasil ainda é pequeno. "O Brasil ainda é, no contexto da economia mundial, por incrível que pareça, um país pequeno", disse o tucano em palestra no 7º congresso paulista de jovens empreendedores, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Serra citou como exemplos que o Brasil representa 3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, 2% do comércio mundial e ficou na 75º posição em renda per capita, entre outras coisas.

"Temos um desafio extraordinário pela frente, que é vencer esse quadro de subdesenvolvimento, de não desenvolvimento, de modéstia em relação a avanços sociais e peso na economia mundial."

Ele listou entre as dificuldades histórias do país os períodos de alta inflação, de economia fechada para o exterior e de loteamento de cargos públicos.

Serra afirmou ainda que a atual crise internacional pode ser uma oportunidade para o país. Segundo ele, a crise anterior, entre 2008 e 2009, foi desaproveitada pelo governo federal.

"O Brasil foi o único país do mundo que não baixou os juros, foi uma coisa fenomenal, não há erro mais espetacular de política econômica, é um dos maiores erros do mundo, isso vai virar caso em curso de economia e administração pelo mundo."

Em outra crítica, o tucano afirmou que o setor público virou uma área de lambança. "No Brasil tem muita gente, inclusive na elite, que pensa assim: 'esse país não tem conserto', um sofrem, outros curtem. O governo e o setor público passaram a ser áreas de lambança, de curtição, de quem não tem fé no Brasil."