Meu problema com impostos
Sidney Rezende
Como milhões de brasileiros, pago meus impostos como tem que ser. Cumpro meu dever de cidadão. Não tenho empréstimos no banco e nem devo a terceiros.
Não sou contra que os impostos existam. Mas quero contrapartidas transparentes, benefícios públicos. De preferência em obras físicas em que possamos conferir cada centavo investido. Nada de novo nisso, não é?
Não acho certo que antes da aprovação de uma reforma tributária necessária - e já tardia - se pense em voltar com "velhos" tributos como a CPMF. Dane-se se 14 governadores são a favor. Eles foram eleitos para nos trazer soluções e não dor de cabeça. Governar com o chapéu dos outros é fácil.
A presidente eleita Dilma Rousseff tem o dever de barrar esta manobra exógena. Sim, porque ela tem dito que essa iniciativa não é dela. Para um exercício de reflexão, vamos admitir que isso seja verdade. Simples, busque-se acelerar a reforma tributária ou corte-se gordura na máquina pública. Jogar mais este ônus para o bolso da população é uma covardia.
Se foi uma manobra engendrada no interior do Governo Lula para dividir a oposição, dá até coceira pensar que se possa especular com isso. Maquiavelismos têm limites.
Tem gente que pensa que nessa posição contrária à volta da CPMF tenha embutido um golpe no ainda inexistente governo Dilma. Bobagem.
O governador eleito por Minas Gerais, oposicionista, Anastasia, do PSDB, é a favor da CPMF. Do lado oposto, o situacionista Eduardo Campos, do PSB, eleito por Pernambuco, também é a favor.
Chega de impostos. Cortem suas mordomias e deixem o país trabalhar em paz.
Sidney Rezende
Como milhões de brasileiros, pago meus impostos como tem que ser. Cumpro meu dever de cidadão. Não tenho empréstimos no banco e nem devo a terceiros.
Não sou contra que os impostos existam. Mas quero contrapartidas transparentes, benefícios públicos. De preferência em obras físicas em que possamos conferir cada centavo investido. Nada de novo nisso, não é?
Não acho certo que antes da aprovação de uma reforma tributária necessária - e já tardia - se pense em voltar com "velhos" tributos como a CPMF. Dane-se se 14 governadores são a favor. Eles foram eleitos para nos trazer soluções e não dor de cabeça. Governar com o chapéu dos outros é fácil.
A presidente eleita Dilma Rousseff tem o dever de barrar esta manobra exógena. Sim, porque ela tem dito que essa iniciativa não é dela. Para um exercício de reflexão, vamos admitir que isso seja verdade. Simples, busque-se acelerar a reforma tributária ou corte-se gordura na máquina pública. Jogar mais este ônus para o bolso da população é uma covardia.
Se foi uma manobra engendrada no interior do Governo Lula para dividir a oposição, dá até coceira pensar que se possa especular com isso. Maquiavelismos têm limites.
Tem gente que pensa que nessa posição contrária à volta da CPMF tenha embutido um golpe no ainda inexistente governo Dilma. Bobagem.
O governador eleito por Minas Gerais, oposicionista, Anastasia, do PSDB, é a favor da CPMF. Do lado oposto, o situacionista Eduardo Campos, do PSB, eleito por Pernambuco, também é a favor.
Chega de impostos. Cortem suas mordomias e deixem o país trabalhar em paz.

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