quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Economia estaciona e denúncias não param

Economia estaciona e denúncias não param

Balaio do Kotscho

O aniversário de Dilma Rousseff é na próxima quarta-feira, dia 14, ou seja, ela está vivendo seu período de inferno astral. As notícias na economia e na política, de fato, não são nada boas para a presidente neste final de seu primeiro ano de governo.

Com as sucessivas crises políticas que já levaram à queda de sete ministros, foram a estabilidade econômica e os bons índices de renda e emprego que asseguraram o apoio ao seu governo demonstrado até agora em todas as pesquisas.

Nesta-terça-feira, porém, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, veio a público para informar que o crescimento do país no último trimestre estacionou em 0% e o consumo das famílias caiu 0,1%, a primeira queda desde a crise de 2008.

Para completar, a gincana de denúncias da imprensa contra ministros atingiu agora o coração do governo. A "bola da vez" é seu velho amigo Fernando Pimentel, da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, ministro da cota pessoal de Dilma, que foi um dos coordenadores da sua campanha.

Desde domingo, veículos das Organizações Globo estão batendo duro em Pimentel por conta das consultorias que fez depois de deixar a Prefeitura de Belo Horizonte, quando já trabalhava na campanha presidencial.

O Palácio do Planalto teme que se repita o que aconteceu com Antonio Palocci, o ex-poderoso chefe da Casa Civil, que acabou sendo o primeiro a cair no governo Dilma, em razão de consultorias milionárias que não conseguiu explicar.

Programa SIM Carajás - 16/11

Estados de Tapajós e Carajás trará progresso à região, mas custará caro ...

Paulo Henrique Amorim desmente boatos sobre novos estados [SIM TAPAJÓS] ...

Estados de Tapajós e Carajás trará progresso à região, mas custará caro ...

Paulo Henrique Amorim desmente boatos sobre novos estados [SIM TAPAJÓS] ...

Divisão do Pará.wmv

O que é mais importante?

Vladivostok votou comunismo para vetar Rússia Unida de Putin

Termina hoje campanha para divisão do Pará

Detrás de la noticia : Tono belicoso

Divisão do Pará : entrevista com Celso Sabino da Frente contra a divisão

Raul Seixas - O Dia em Que a terra Parou

Escrito nas Estrelas - Tetê Espíndola

O amor e o poder (Como uma deusa) - Rosana Fiengo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Paulinho acusa PT de tramar queda

O deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, afirmou ontem que o PT articulou a saída de Carlos Lupi do comando do Ministério do Trabalho. Segundo ele, petistas influenciaram, sem o conhecimento da presidente Dilma Rousseff, a Comissão de Ética Pública da Presidência a recomendar a demissão de Lupi. “Tem todo um trabalho que foi feito para ter uma decisão sem até a presidente saber. Mas tudo bem, isso faz parte do jogo político. Tem gente do PT que tentou organizar essa saída do ministro Lupi. Vamos deixar isso para lá e deixar a Dilma decidir”, disse.
Após reunião da executiva nacional, o PDT adotou o discurso de que permanece na base do governo mesmo se perder o comando do ministério. Segundo o presidente interino do partido, deputado André Figueiredo (CE), não serão indicados nomes para substituir Lupi até a reforma ministerial, em janeiro.
O Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal abriu uma investigação cível para apurar se o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi cometeu improbidade administrativa por usar um avião privado para cumprir agenda no Maranhão, em 2009. A investigação começou no dia 25 de novembro, mas foi divulgada ontem pelo MPF.



Correio do Povo

Los secretos del KGB duermen en los archivos, pero no en la mente

Delicada situación mundial por provocaciones de occidente

"La acción bélica creará una catástrofe de la que saldrá perdiendo Irán,...

EE.UU. y Europa deben mirar logros de América Latina: Chávez

EE. UU. están eliminando los países fuera de su órbita, según el analist...

Detrás de la noticia : Tono belicoso

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Jango no exílio

Jango no exílio


Virou mesmo minha obsessão. Desde que o advogado e escritor Iberê Teixeira me contou essa história de que Jango vinha ao ponto mais alto de Santo Tomé, na Argentina, e dali ficava olhando para a sua São Borja, não paro de pensar nisso. É shakespeariano. A solidão do homem arrancado do poder e da sua terra natal. Um espectro rondando o seu passado. Hoje, quando se completam 35 anos da morte de João Goulart em território argentino, eu não poderia deixar de falar disso. Que país estranho o Brasil. Empurrou para o suicídio, no exercício do poder, o homem que o arrancou do torpor econômico e da fraude política. Deixou morrer no exílio um presidente cujos três crimes eram ser popular e bom de voto, rico com sensibilidade social e ter tentado realizar reformas básicas para que o país encontrasse o seu futuro. Jango é um dos maiores injustiçados da história brasileira.

Terá Jango sido assassinado? É um mistério que persiste. A Operação Condor existiu e matou, com o aval dos Estados Unidos, inimigos da direita em vários países da América do Sul. A vida de Jango no Uruguai e na Argentina interessa tanto quanto a sua morte. O que pensava? O que sentia? Quantas vezes terá se perguntado se errou ou se deveria ter resistido? Terá experimentado essa dúvida? São as nossas questões jamais respondidas: por que Jânio renunciou? Por que Jango não resistiu? Se a razão não parece iluminar a decisão de Jânio, o contrário acontece com a de Jango. Não resistir foi, além de o mais sensato, a única coisa a fazer. O golpe militar de 1964 foi minuciosamente preparado depois do mico de 1961. O Ipes e o Ibad, aliando civis e militares, organizaram o atentado às instituições. Março de 1964 trouxe-lhes os pretextos de que necessitavam. O resto ainda se saberá.

O Brasil deu um passo tímido, mas fundamental, em 2011 com a criação, pela presidente Dilma Rousseff, de uma Comissão da Verdade, que poderá ser muito útil para acabar com todas as mentiras, até mesmo, quem sabe, as ditas pela mídia da época sobre João Goulart, acusado de atos jamais provados. Para 2014, quando lembraremos os 50 anos de implantação da nossa última ditadura, o Brasil poderia aproveitar para viabilizar a criação do Memorial João Goulart, em Brasília, uma luta de João Vicente Goulart, filho do presidente Jango, ainda não realmente abraçada pela esquerda no poder. Jango morreu no exterior por causa da covardia dos milicos no poder, que temiam o seu poder de sedução e a sua capacidade, se voltasse ao Brasil, de incendiar o coração da massa contra um regime tacanho, medíocre e baseado na violência maldissimulada.

Imagino Jango na solidão das suas fazendas passando a limpo cada um dos seus gestos. Sempre penso em Jango como um homem que duas vezes tomou a decisão certa, evitando uma guerra civil, e duas vezes foi incompreendido. O Brasil ainda deve um pedido de desculpas a esse pacifista, grande negociador, que ousou, sejamos pomposos, querer um Brasil mais justo antes do tempo. Quer dizer, antes do tempo dos nossos conservadores. As reformas de Jango ainda estão sendo completadas. A rapidez não é uma das nossas qualidades.

Juremir Machado da Silva juremir@correiodopovo.com.br

DEM lança Demóstenes Torres a presidente em 2014


Por Caio Junqueira Valor BRASÍLIA -

O Democratas lançou informalmente nesta terça-feira o senador Demóstenes Torres (GO) como candidato a Presidente da República em 2014. Durante a convenção nacional realizada na sede do partido, os integrantes da legenda foram unânimes em afirmar a necessidade de uma candidatura própria nas próximas eleições presidencias.

"Vamos saudar nosso candidato a presidente, Demóstenes Torres", afirmou o senador Jayme Campos (MT), após discurso do senador goiano. Nele, Demóstenes disse que a legenda "deve se preparar para ter candidato a presidente da República". Parlamentares relataram ao Valor que o nome de Demóstenes já havia sido lançado em um jantar da cúpula do DEM neste ano na residência do senador.

Embora realizada para eleger o novo diretório nacional e confirmar o senador José Agripino (RN) como presidente do DEM até dezembro de 2014, todos os discursos feitos foram no sentido da candidatura própria. A tese majoritária agora é de que, sem candidato, o partido correria o risco de se extinguir.

"A sobrevivência passa por eleições. Os caminhos vão ser outros. Vamos fazer aliança com quem temos afinidade e onde houver conveniência política. Não emprestaremos nossa história a quem não tem história. Em 2012, vamos sair muito maiores do que entramos, com prefeitos em capitais e nas grandes cidades. E a eleição de 2012 vai ser a avant-première de 2014. Vamos crescer nas duas e se Deus quiser disputar as deleições para presidente em 2014", disse Agripino.

A única vez em que o DEM teve candidato próprio foi em 1989, quando o partido ainda se chamava PFL e lançou Aureliano Chaves como candidato. Seu desempenho foi pífio: teve 0,9% dos votos válidos e terminou a disputa em oitavo lugar. Depois disso, em todas as eleições a sigla se coligou com o PSDB.

O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), foi um dos defensores da candidatura em 2014. "O sentimento do povo é que o DEM tenha candidato a presidente. Faço um apelo por isso. O partido hoje é mais coeso, fala só uma língua e é mais coerente. Está consolidado como o mais importante e relevante partido da oposição. Nosso tamanho lá fora é muito maior do que aqui dentro. Construiremos uma nova realidade para ele e para o Brasil a partir de 2014."

Foram várias também as alusões ao PSD do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Nascido a partir de uma dissidência do DEM, o partido de Kassab foi um dos maiores responsáveis por desidratá-lo. As críticas nesta manhã falavam no adesismo do PSD.

"O Brasil infelizmente vive um momento de síndrome de adesismo. Muitos que não tiveram a delegação das urnas para exercer o poder procuraram outro caminho. O DEM está resistindo a isso. Tenho certeza de que o futuro nos compensará", disse ACM Neto. "Entre as conveniências partidárias e as pessoais, algumas pessoas escolheram as conveniências pessoais. Mas depuramos o partido. Os que preferiram as conveniências pessoais saíram", declarou Agripino.

(Caio Junqueira/Valor)

Irã diz ter derrubado avião espião

Teerã – As Forças Armadas do Irã derrubaram um avião espião não tripulado nos EUA que violou o espaço aéreo do país ao longo da fronteira Leste, informou ontem a agência oficial Irna. Uma autoridade militar não identificada pela agência alertou para uma forte resposta a qualquer violação do espaço aéreo do país por aviões teleguiados americanos. O Irã está em disputa com os EUA e seus aliados devido ao seu programa nuclear que o Ocidente acredita ter objetivo de desenvolver armas nucleares. O Teerã nega a acusação e assegura que seu programa nuclear é totalmente pacífico e visa gerar eletricidade e produzir isótopos para tratamento médico.

Correio do Povo

Nicaragua en alerta por daños de Costa Rica al Río San Juan

Más del 60% de españoles apenas cubre gastos (estudio)