sábado, 4 de outubro de 2008

Blog do Murillo de Aragão

Blog do Murillo de Aragão:
"Crise já afeta mercado imobiliário do Brasil
Os primeiros efeitos da crise financeira mundial já começam a ser sentidos no Brasil. Um dos afetados é o mercado da construção civil: as vendas de imóveis usados já caíram quase 20% e os bancos estão mais exigentes para conceder o crédito imobiliário.
As empresas de construção, por sua vez, procuram alternativas para fugir dos gastos excessivos com a compra de terrenos. Muitas delas têm ações negociadas em bolsa de valores e, com as recentes quedas, têm bem menos dinheiro em caixa.
?O mercado financeiro ora está otimista demais, ora pessimista demais. Isso decorre exatamente de uma falta de visão do futuro. Como o futuro está turvo, na bola de cristal do mercado financeiro também não se enxerga nada?, comenta o economista da Global Financial Advisor, Miguel Daoud.
As ações de empresas do setor de construção na Bovespa oscilaram novamente diante da insegurança dos investidores. No cálculo feito por uma empresa de informação financeira, o valor de mercado de 28 empresas de construção com ações na Bolsa caiu mais de R$ 29 milhões este ano."

Charge


Ao vivo devem ser bem melhores!

Que bom será se conseguirmos vermos elas não só no computador.

Vigilante

Planeta Animais

BOA

Planeta Animais


HEHEHEHEHEHE

Planeta Animais

Claúdia Neves




Emplacou

É possível que o senhor Obama seja um produto de propaganda bem feita. Seja o que for, o fato é que emplacou.

Deixa o homem trabalhar

Presidente em campanha em São Bernardo.

Ancelmo.com

Ancelmo Gois:
"Barack carioca
Aliás, Fernando Gabeira parece que tem cada vez mais um quê do democrata Barack Obama, que usa a internet como um dos maiores instrumentos de arrecadação e divulgação da sua campanha.
Ontem, o candidato verde comemorava a audiência da página de sua campanha na internet, que bateu 1 milhão de acessos."

É sábado!


Mudando de Conversa - Verissimo e Zuenir Ventura_parte2

Mudando de Conversa - Verissimo e Zuenir Ventura_parte1

ISH, O BICHO TÁ PEGANDO ! ! ! (Versão Original, sem Efeitos)

Melô da eleição

MELÔ DA ELEIÇÃO

Palmas para Lula

Nunca os pobres se sentiram tão protegidos e nunca os banqueiros lucraram tanto no Brasil

O alto índice de popularidade do presidente Lula tem suscitado a reflexão dos comentaristas que se sentem desafiados a explicá-la. A tarefa não é das mais fáceis e, por isso mesmo, as explicações nem sempre coincidem, muito embora sejam, na sua maioria, pertinentes. E porque o assunto envolve numerosos fatores e causas, resta sempre algum ponto que ainda não foi explicitado.

Vou tentar examinar alguns deles e, para isso, terei que tocar em aspecto já argüidos mas que não se podem excluir na apreciação do tema. Um deles é, sem dúvida, a estabilidade econômica de que o país goza hoje e de que não gozaria se as teses de Lula, contra o Plano Real, tivessem prevalecido. Não faço tal observação com outro propósito senão o de tentar definir a natureza dessa popularidade e suas possíveis conseqüências para o processo político.

O fato de Lula, eleito presidente, ter adotado a política econômica que combatera ferozmente, revela-se uma louvável sensatez, revela também, ao mesmo tempo, por ele não reconhecer o débito de hoje e o equívoco do passado, certa carência de escrúpulos, o que explica muita coisa da popularidade de que desfruta hoje.
Certamente, essa popularidade se deve também aos programas sociais de amparo às camadas desfavorecidas da sociedade, antes aplicados em Campinas (SP) e Brasília, depois adotados por Fernando Henrique em âmbito nacional e que Lula manteve e ampliou.

Mas também aqui, mais uma vez, procurou turvar a água e apresentar-se como o criador do programa, fundindo os dois programas existentes e mudando-lhes o nome. Com isso, prejudicou-lhes a eficiência, por dificultar a avaliação precisa dos resultados. Como era de se esperar, aumentou a ajuda a cada família e a dotação global para abranger o maior número possível de famílias, que hoje somam cerca de 11 milhões, o que equivale a mais de 40 milhões de indivíduos. Bastaria, portanto, o Bolsa Família para lhe garantir uma ampla aprovação das camadas pobres do povo. Isso é do conhecimento de todos.

No entanto, não bastaria para assegurar a Lula a aprovação de que desfruta hoje. Ele lançou mão de outros recursos, como, por exemplo, manter-se permanentemente no palanque e na mídia, tudo fazendo para, com seus discursos e pronunciamentos, capitalizar, não apenas o resultado dessas iniciativas, como de tudo o que, de positivo, ocorre no país. Tudo o que ocorre de bom, foi ele quem fez; tudo o que ocorre de ruim, tem um culpado, que não é ele.

E, como esta é sua principal ocupação, está sempre atento à mais mínima notícia que possa comprometer o "paraíso" em que ele transformou o Brasil: ao surgir uns primeiros sintomas de aumento da inflação, ele imediatamente culpou Bush e os países europeus. Não importa se é verdade ou não, já que a grande massa do povo não entende bem como essas coisas se dão; o que ele diz é aceito, porque ele é seu amigo e salvador e "os outros", seus inimigos.

Lula tem a esperteza do demagogo, e não a esconde. Quando surgiu o escândalo do "dossiê", declarou: "O povo não sabe o que é dossiê; pensa que é alguma coisa doce". E por essa mesma razão, quando lhe perguntaram pela crise econômica, respondeu: "Pergunta pro Bush". E assim responsabilizava o presidente americano por uma crise que é do sistema econômico e não do governo.

Por que fez isso? Porque lhe interessa levar o povo a pensar que o presidente de um país é responsável por tudo, donde decorre que, se os Estados Unidos vão mal, a culpa é de Bush e, se o Brasil vai bem, é graças a Lula e a ninguém mais. Mas isso só vale até que alguma coisa dê errado, quando então o responsável será, inevitavelmente, alguém que não ele, a imprensa talvez ou os "inimigos" do Brasil.

E por falar em inimigos, vale lembrar que Lula tem um discurso para cada público e para cada ocasião; ultimamente, comporta-se, nos palanques, como se estivesse num palco: "Dilma, já pensou se isso acontecesse dez anos atrás?". A sorte é que temos no governo um mago das finanças, que é também uma metamorfose ambulante.

A sua popularidade deve-se também a um raro talento político, a que se soma o fato de, originário da classe operária, atuar como uma espécie de amortecedor dos conflitos entre pobres e ricos: em função disso, nunca os pobres se sentiram tão protegidos e nunca os banqueiros lucraram tanto. Os nossos capitalistas -do mesmo modo que Bush- não ligam quando ele posa de esquerdista. Sabem que os fatos valem mais do que as palavras. E daí, os aplausos gerais.

Atenção, auditório, palmas para o Lula, que ele merece!

Ferreira Gullar

Transcrito da Folha de S. Paulo de 28/9/2008

Belo


Açores, Portugal


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

De Olho na Capital

De Olho na Capital:
"O PT em Santa Catarina, visto de fora, parece ter apenas duas correntes (sim, eu sei, internamente são várias). A principal é o PTdI (PT da Ideli) e a outra, talvez não minoritária, mas no momento com menor poder de fogo, é o PTCI (PT contra a Ideli). O resultado da eleição poderá dar mais gás e discurso a uma ou outra corrente. Porque, assim como LHS, Ideli indicou candidatos em alguns municípios que contrariaram o desejo de militantes locais. Se ganharem, terá sido uma jogada de mestre (viva Ideli!), se perderem, terá sido uma interferência indevida (abaixo Ideli!)."

Da beira da estrada



TU SOFRE

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Flagrantes


O favorito

O atual prefeito de Caçador soube aproveitar bem o seu favoritismo, no início de setembro esse favoritismo começou a se dissipar, mas faltando três dias, parece que a reeleição está bem próxima.

Blog do Noblat

Blog do Noblat :
"Correa mantém expulsão da Odebrecht
O presidente do Equador, Rafael Correa, não recuou um milímetro em sua decisão de expulsar a construtora Norberto Odebrecht de seu país ao conversar reservadamente, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à imprensa, ao final do encontro bilateral, Correa afirmou que os executivos da Odebrecht erraram ao imaginar que o Equador poderia regatear sua soberania ou até mesmo aceitar suas 'pressões, violações e propinas'."

Fazer o balanço e a preparar o futuro.

A oposição caçadorense dividida em duas candidaturas já começa a fazer o seu balanço e a preparar o futuro.

Flagrantes


Filosofia - Para que serve a filosofia?

A impotência dos adjetivos

Em 1970, diante de mais uma esmagadora vitória eleitoral da Arena (o partido da ditadura militar), lideranças do MDB propuseram uma solução trágica e radical: a auto-extinção do partido.

A economia nadava de braçada, com crescimento de 11% do PIB, o Brasil havia sido tricampeão do mundo e a figura do general-presidente Emílio Médici, no Maracanã, com o radinho de pilha ao ouvido, em plena linha-dura do regime, com prisões políticas e tortura de presos, popularizara enormemente o governo.

As denúncias de excessos policiais feitas pela oposição não repercutiram nas urnas. Prevaleceu o boom da economia. O bolso. Daí a desolação oposicionista. Não se diga que lá estavam políticos ingênuos ou despreparados. Militavam no MDB lideranças experientes como Amaral Peixoto, Tancredo Neves, Oscar Pedroso Horta, Franco Montoro, entre outros. Coube a Ulysses Guimarães a palavra em contrário: era preciso reagir e insistir - o que o transformou, na seqüência, em liderança máxima da oposição brasileira.

Na eleição seguinte, em 1974, o jogo virava: o MDB elegia 16 das 22 cadeiras em disputa no Senado, um número inesperado de deputados federais e estaduais e mostrava-se no caminho para deter o controle do Congresso. Essa súbita reviravolta iria desembocar na criação da figura do senador biônico (um por estado), com a edição do pacote de abril, de 1977. Era a reação desesperada do regime.

O estratagema garantiu mais um mandato presidencial indireto para o regime, na sucessão de 1978, que colocou um general, João Figueiredo, na Presidência da República por mais seis anos.

Nas eleições de 1986, o governo Sarney, em meio à efusão popular pelo êxito do Plano Cruzado, elegia todos os governadores estaduais – o PFL um e o PMDB os demais, além de sólida maioria no Senado, Câmara dos Deputados e assembléias legislativas, fato sem precedentes na história republicana.

Um ano depois, o Plano Cruzado (e com ele a economia) fazia água, levando a numerosos protestos de rua e greves em profusão. Assim é a política, é como nuvem, já advertia Magalhães Pinto: uma hora está de um jeito, outra hora de outro.

O preâmbulo vem a propósito da recente constatação de que os índices de popularidade do presidente Lula chegaram a níveis estratosféricos não obstante a multiplicidade de denúncias que o cercaram e a seu governo. A oposição reage de forma confusa.

Uns, como o candidato a prefeito de São Paulo, Geraldo Alkimin, passam a elogiar o presidente e a dizer que o problema é o PT. Outros atribuem a alta ao fator sorte. O governo seria mero beneficiário dos ventos favoráveis da economia mundial, e só os estaria aproveitando porque o anterior, com o Plano Real, firmou as bases da estrutura econômica do país.

São raciocínios irreais, inúteis; portanto, burros. A popularidade de um governo, antes de mais nada, não expressa condição definitiva, nem muito menos prova que não comete erros. Quanto mais forte e popular um governo, maior a missão da oposição. Maior a necessidade de fiscalizá-lo, para o bem dele próprio, governo.

Cabe à oposição impedir que sucumba à soberba, que nessas ocasiões age como adversária, cegando-o. O êxito popular, da mesma forma, não revoga desacertos e equívocos, a menos, claro, que a oposição renuncie à sua missão de mostrá-los. O êxito de Lula não decorre de um único fator, mas de uma conjunção deles.

Há efetivamente a sorte, mas sem ela, já ensinava Nélson Rodrigues, não se pode nem chupar um chicabom. A sorte, porém, não faz tudo sozinha. É apenas um dos fatores. Lula tem sabido explorar com eficiência seu carisma e os bons ventos da economia internacional, ocupando solidamente a mídia (ao mesmo tempo em que a acusa espertamente de adversária).

Conta com a despolitização e a fraca memória do eleitorado, fortalecidas pela impotência da oposição. O erro oposicionista está na falta de projeto alternativo para o país. Achou que bastava denunciar, acusar, criticar, e a indignação resultante faria o resto. Como dizia Machado de Assis, investe nos adjetivos, esquece dos substantivos.

Não dá certo. Os danos morais que o governo Lula se impôs na lambança do mensalão carecem de acusadores isentos. Os que estão hoje na oposição já foram governo e lambuzaram-se também no poder. O público não os distingue como promotores qualificados. E aí reage de maneira pragmática: como ninguém na política presta, mantenham-se os atuais, pois em time que ganha não se mexe.

A saída é formular propostas efetivamente alternativas para o país, que mostrem caminho mais adequado para ser trilhado. É hora de substantivos – não de adjetivos. Essa a lição de sintaxe que as pesquisas exibem. Convém aproveitá-la.


Ruy Fabiano é jornalista

Blog do Murillo de Aragão

Blog do Murillo de Aragão:
"Brasil terá uma empresa a cada 24 habitantes em 2015, afirma Sebrae
O Brasil deve chegar a 2015 com uma empresa para cada 24 habitantes, segundo pesquisa realizada pelo Sebrae-SP. De acordo com o estudo, a previsão é que o país atinja 9 milhões de companhias em 2015, com uma população de cerca de 210 milhões de habitantes.
Segundo o levantamento, com o resultado o Brasil se aproximará dos índices europeus registrados em 2000, quando Alemanha, França, Reino Unido e Itália apresentavam, respectivamente, 23, 24, 23 e 14 habitantes por empresa.
O estudo do Sebrae projeta que, em 2015, o universo de Micro, pequenas e médias empresas do país passe dos atuais 5 milhões para 8,8 milhões, e que mais da metade destes negócios (4,8 milhões) esteja concentrada no setor de comércio (55%), em todo o país, seguido pelos serviços (34%) e indústria (11%)."

Flagrantes


Savanização da Amazônia


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

No Rio Uruguai


Flagrantes


David Hume

David Hume
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(1711 - 1776)
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Historiador, economista e filósofo escocês, nascido nas proximidades de Edimburgo, um dos maiores expoentes da filosofia moderna, com pensamento baseado no ceticismo positivo, considerado o fundador da escola cética ou agnóstica de filosofia, o Empirismo, cujo princípio básico é evitar toda hipótese não comprovável experimentalmente.
Filho de pequenos agricultores, Joseph Hume e Katherine Falconer, de acordo com o sistema de primogenitura o filho mais velho herdou às propriedades da família e ele, de acordo com as expectativas de sua família, deveria seguir a tradicional carreira de advogado. Freqüentou a Universidade Edimburgo (1724-1726) e por achar advocacia muito chata, dedicou-se entusiasticamente ao estudo de literatura e filosofia, enquanto trabalhava como comerciante. Em busca de aprofundar esses conhecimentos, estudou na França (1734-1737) e lá escreveu seu primeiro livro, A Treatise of Human Nature, que publicou após voltar para seu país (1739) e que o decepcionou com a fraca recepção. Com esse trabalho tentou, sem êxito, obter a cátedra de ética em Edimburgo. Porém seu novo livro foi sucesso imediato. Essays, Moral and Political (1741-1742) deu-lhe crescente prestígio e no final daquela década trabalhou como secretário do General James St. Clair em missões militares na Britânia, Viena e Turim. Ainda em Edimburgo (1751) foi nomeado guardião da biblioteca da Faculty of Advocates in Edinburgh. Com a publicação de Political Discourses (1752), começou a ser internacionalmente conhecido. Serviu por alguns anos como secretário de governo e então entrou para o serviço diplomático (1763) quando foi nomeado embaixador em Paris (1763-1766). Fez várias viagens ao interior da França, aos Países Baixos, à Alemanha e à Itália, países em que entrou em contato com os principais intelectuais europeus, entre eles o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau. De volta a Inglaterra, ainda esteve em Londres trabalhando por um tempo como secretário de estado (1766-1769) e, então, aposentou-se (1769), retirando-se definitivamente para Edimburgo, para ir viver com a irmã. Durante os últimos anos de vida entregou-se à revisão de sua obra e à redação de vários textos que apareceriam postumamente, entre eles uma autobiografia (1777). Solteiro convicto, morreu em Edimburgo vitima de um incurável câncer de estômago, sem deixar filhos. Sua obra foi fundamentalmente influente para Immanuel Kant e os positivistas, e também para o desenvolvimento do pensamento liberal clássico. Outras portentosas obras de sua autoria foram Philosophical Essays Concerning Human Understanding (1748), Enquiry Concerning the Principles of Morals (1751) e o espetacular sucesso The History of England (1754-1762, quatro volumes), obra que durante décadas foi usada como padrão nas escolas britânicas.

Blog do Noblat

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"PT e PC do B disputam vaga no 2º turno em Porto Alegre
De Graciliano Rocha:
A cinco dias da eleição, o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), aparece como o único virtualmente garantido para disputar o segundo turno com 35% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha.
Maria do Rosário (PT) oscilou um ponto para cima e chegou aos 20%, mas continua em empate técnico com Manuela D'Ávila (PC do B), que tem 18%.
Pelo critério dos votos válidos - quando são excluídos os votos brancos, nulos e de indecisos -, Fogaça tem 39%, Rosário, 22%, e Manuela, 20%.
Como a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, a projeção não indica uma vantagem significativa entre as duas adversárias, que protagonizam um duelo acirrado desde o início da campanha.
Em relação à pesquisa anterior, Fogaça e Manuela não oscilaram.
Onyx Lorenzoni, do DEM, foi de 5% a 8%, ultrapassando Luciana Genro (PSOL), que se manteve com 7%."

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"Por votos, asfaltam-se até coqueiros na Bahia
De Maria Lima:
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e o prefeito João Henrique (PMDB) apostam na maquiagem de Salvador, que virou um canteiro de obras, como arma decisiva nesta última semana para levar o peemedebista ao segundo turno das eleições na cidade. Sem problemas de recursos desde que ingressou no PMDB de Geddel, o prefeito e os programas 'Banho de luz' e 'Banho de asfalto' são as estrelas da campanha à reeleição. Com tempo curto e na ânsia de mostrar serviço, os auxiliares da prefeitura chegaram ao limite: ao construir um parque no lugar onde antes havia um clube, asfaltaram até os coqueiros, alterando a orla da Pituba.
Segundo moradores do bairro, a obra relâmpago foi feita no fim de semana. Anteontem, foram surpreendidos com os coqueiros sob o asfalto ainda fresco que subia até o tronco de 32 deles. As árvores, sufocadas pelo asfalto despejado na construção de um estacionamento de 500 metros quadrados no novo parque, podem morrer — com o tronco cimentado, as raízes não têm como receber água.
O diretor de Parques e Jardins da prefeitura, Ubiratam Velame, disse que não foi consultado sobre a colocação do asfalto, e que ele deverá ser recortado para salvar os coqueiros."

Blog do Noblat

Blog do Noblat :
"Empresas dão 'brindes' para servidoras da União
Uma festa realizada ontem à noite no Palácio do Planalto reuniu cerca de 300 servidoras públicas para comemorar o Dia da Secretária. Além de coquetéis de frutas, música e dança flamenca, o evento contou com uma série de brindes de empresas privadas como sorteio de passagens aéreas, hospedagens em hotéis e lingeries.
A festa ocorreu no salão Oeste do Palácio do Planalto. As passagens aéreas eram para destinos nacionais e uma para Buenos Aires, todas com direito a levar acompanhante. Além disso, havia diárias em vários hotéis do país, roupas, lingeries, bolsas, pacotes de academia de ginástica e jóias. Tudo doado por empresas privadas, segundo informou o governo.
A organizadora da festa, Evanise Santos, coordenadora de Relações Públicas da Secretaria de Administração da Casa Civil, não quis dizer de que forma foram obtidos os brindes junto às empresas privadas, entre elas Gol, TAM, Ocean Air e Webjet.
O código de conduta da administração pública permite apenas o oferecimento de brindes com valor de até R$ 100. Como muitos brindes distribuídos têm o valor superior ao determinado no código, eles se caracterizam como presentes."

Bela

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