segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Aristegui - Dialogo Por La Paz SEGUNDO ENCUENTRO DE CHAPULTEPEC 2/2
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Aristegui - Dialogo Por La Paz SEGUNDO ENCUENTRO DE CHAPULTEPEC 1/2
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sábado, 3 de dezembro de 2011
Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 3/6
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Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 2/6
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Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 6/6
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Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 4/6
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Os desafios do Brasil pós-Lula - 18/04/2010 - Parte 5/6
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Cobertura das cerimônias do 11/09 - Band News HD 1080p
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
A Primavera Árabe, uma onde de revolta no Oriente Médio (Parte 1 de 2)
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A Primavera Árabe, uma onde de revolta no Oriente Médio (Parte 2 de 2)
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Comissão de Ética recomenda exoneração de Carlos Lupi
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Sub-registros de nascimento atingem em 2010 o menor nível já observado, informa IBGE
O sub-registro é a diferença entre a estimativa do número de nascimentos, feita pelo IBGE com base no acompanhamento demográfico, e o número de crianças que foram efetivamente registradas em cartório.
O documento do IBGE destaca ainda que houve queda nos registros extemporâneos, que são aqueles feitos após o ano de nascimento, sendo incorporados às estatísticas em anos posteriores. Em 2010, eles totalizaram 209.903, com “importante redução, indicando que é cada vez menor o estoque de população sem o registro de nascimento”, destaca o IBGE.
A maior queda foi observada no Maranhão, onde o índice passou de 73,1% para 20% em dez anos, seguido pelo Piauí (de 71,6% para 13,4% no mesmo período). Segundo o levantamento, em 2010 os estados que apresentaram os menores percentuais de registros extemporâneos foram São Paulo (1,2%), o Paraná (1,8%) e Santa Catarina (1,8%). Já os maiores percentuais foram verificados no Amazonas (28%) e no Pará (26,5%).
De acordo com o gerente de Estatísticas Vitais do IBGE, Claudio Crespo, um conjunto de políticas públicas e campanhas estimulando os registros de nascimento estão sendo suficientes para garantir “a melhora significativa” ao longo da última década.
Ele destacou ainda que o levantamento aponta uma queda contínua de brasileiras com idades de 15 a 19 anos que se tornam mães. O índice de nascimentos nessa faixa etária passou de 21,7% para 18,4% em dez anos.
“Esses percentuais ainda são importantes porque é esse grupo engloba as mães adolescentes, que estão em um período de formação do ensino médio, preparando-se para a entrada no mercado de trabalho. Mas, como o volume tem diminuído, já não é uma preocupação para a sociedade”, ressaltou.
Segundo Crespo, a redução revela uma mudança no perfil dessa parcela da população, que conta com “mais esclarecimento e perspectivas mais amplas de inserção social e no mercado de trabalho e, por conta disso, postergam a maternidade”.
Por outro lado, houve aumento na proporção de nascimentos, para o conjunto do país, principalmente entre as mulheres com idades de 30 a 34 anos (de 14,4% para 17,6%).
De acordo com as Estatísticas do Registro Civil de 2010, a quase totalidade dos nascimentos (97,8%) ocorreu em hospitais e apenas 1%, em casa. A Região Norte foi a que apresentou o maior percentual (2,8%) de partos no domicílio, sendo o Acre (9,6%) e o Amazonas (7%) os estados com as maiores proporções. Já a Região Sul apresentou o menor percentual de partos realizados em casa: 0,21%.
Agência Brasil
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Na Fazenda do Itu
Nessas andanças pelo Rio Grande do Sul, eu tenho constatado muitas coisas interessantes. Três delas: a força avassaladora do Correio do Povo no interior do nosso Estado, a permanência do mito Getúlio Vargas e a beleza das nossas paisagens. O Rio Grande é um mundo. Um universo feito de cores, de aromas e de valores próprios. Estive no último final de semana, com Christopher Goulart, neto de Jango, em Santiago e Jaguari, a convite, respectivamente, da advogada Iara Castiel e do secretário da Educação Milton Bolzan. Santiago tem a cara gaúcha da boa e velha campanha, ainda que cada vez mais produzindo soja. Jaguari tem a marca da colonização italiana. Uma pequena cidade com identidade, personalidade e charme.
No sábado, fomos a Itaqui visitar a Fazenda do Itu, onde Getúlio viveu seu autoexílio no final dos anos 1940. Alceu Nicola, atual proprietário, recebeu-nos com a tradicional hospitalidade dos gaúchos. Gosto de dizer que a Fazenda do Itu é um mistério geográfico: quase todo mundo pensa que fica em São Borja, mas faz parte de Itaqui, embora esteja talvez mais próxima do atual município de Maçambará e muito acessível a partir de Santiago. Na época de Getúlio, era mais fácil chegar de avião particular. Fico imaginando uma cena: o vivente descendo numa pista de pouso mais parecida com uma cancha de carreira e montando num cavalo bem encilhado à espera. Foi na Fazenda do Itu que o jornalista Samuel Wainer entrevistou Getúlio e dele arrancou a famosa frase: "Voltarei, mas como líder de massas, não de partidos". Wainer, durante a conversa, nada anotou. Reconstitui depois tudo de cabeça. Deve ter burilado um pouco o material. Virou "O Profeta".
Embora não tenha demonstrado, senti uma forte emoção na Fazenda do Itu. O que me tocou mais foi a paisagem, a vastidão dos campos, um sentimento de pertencimento a algo impalpável, porém muito concreto, um estilo de vida, uma presença histórica, uma atmosfera. Sou sensível a esse imaginário das coxilhas e do Pampa. Esse Pampa com coxilhas, cenário completo e variado do gaúcho sul-rio-grandense, o sul-rio-grandense transformado em gaúcho, herdeiro do gaudério, nosso antepassado andarilho meio vago, meio heroico, meio homem, meio centauro. Fiquei olhando a casa, a pequena varanda onde Getúlio se sentava na rede para matear e fumar charuto. Experimentei o que todo visitante já experimentou. Só que, como sabia o poeta, o vivenciar é um viver com os cheiros de vida.
Pensei no homem, no todo-poderoso Vargas, o deputado, o ministro, o presidente da Província, o revolucionário, o presidente provisório, o presidente constitucional, o ditador, o exilado, o "ex-tudo" atravessando dias de reflexão e paz, "solito" como uma alma penada penando suas desilusões e preparando seu retorno triunfal e derradeiro. A história é um grande romance, uma narrativa do presente sobre o passado. O Rio Grande do Sul é uma epopeia. Como dizia o outro, cada um com o seu cada qual: Getúlio, Jango e Leonel "Itagiba" me fascinam mais do que Bento, Neto e Canabarro. Que coisa!
Juremir Machado da Silva
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Comissão de Ética Pública recomenda exoneração de Lupi - 30/11/2011
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Incertezas egípcias
Merval Pereira, O Globo
Mesmo que o fantasma de uma multa de 500 libras egípcias (cerca de R$ 150) possa ter influenciado os menos animados, é improvável que o excepcional comparecimento, entre 70% e 80% dos eleitores aptos a votar, tenha apenas essa motivação no segundo dia das eleições parlamentares do Egito.
Da mesma maneira, a projeção do próprio partido Liberdade e Justiça, braço político da Irmandade Muçulmana, de que fará 30% do Parlamento mostra que, mesmo que lidere a coalizão mais votada, terá de fazer acordos políticos para indicar o primeiro-ministro, assim como para a eleição dos cem membros da Assembleia Constituinte que redigirá a nova Constituição para o país.
As projeções situam o partido salafista Al Nur e o centrista do Al Adl como prováveis coadjuvantes de um acordo político moderado.
Tudo indica que o espírito da Praça Tahir, desligado dos radicalismos religiosos e focado em reivindicações de mais liberdade individual e perspectiva de vida melhor, tenha orientado a maioria silenciosa, que vê nas eleições a maneira de sair da ditadura de Mubarak sem cair no controle do Conselho Supremo das Forças Armadas.
O professor Nelson Franco Jobim, especialista em política internacional, adverte que, se olharmos para a História, dá para entender que "a democracia é um processo, não pode ser imposta à força, como George W. Bush quis fazer no Iraque. Depende da formação de consensos, o que é sempre difícil em nações atrasadas e radicalizadas", como é o caso do Egito e do mundo árabe em geral, que não têm tradição democrática.
Talvez o maior exemplo de democracia no mundo muçulmano seja a Turquia, diz ele, "apesar da repressão aos curdos e de ser hoje um dos países que mais prendem jornalistas".
As Forças Armadas foram durante muito tempo as fiadoras do regime, e só a pressão para negociar a adesão à União Europeia conseguiu afastar os militares da política, e hoje vários oficiais estão sendo processados por tentativa de golpe de Estado.
O exemplo que parece se irradiar pelos países da Primavera Árabe que até agora lograram sair das ditaduras em direção à democracia através de eleições é o do governo da Turquia, cujo partido, Justiça e Desenvolvimento (AKP), embora islâmico, assumiu completamente o controle político de um Estado laico.
O primeiro-ministro Recep Erdogan, considerado um dos principais líderes do mundo árabe, dá destaque a dois pontos: a necessidade da democracia e o secularismo.
Na atual crise, a Turquia teve um papel moderador com relação à Síria até que os crimes contra seu próprio povo, denúncia avalizada pela comissão especial da Organização das Nações Unidas (ONU), fizeram com que apoiasse as sanções da Liga Árabe.
A tentativa da Turquia sempre foi para que Bashar Assad realizasse reformas em lugar de enfrentar a rebelião popular.
No momento, endossa as medidas punitivas para favorecer uma saída organizada da ditadura, evitando ao máximo a instabilidade política que resultaria de uma derrubada do governo de Bashar Assad pela multidão enfurecida, que afetaria toda a região.
A preocupação é não deixar que a influência do Irã cresça, levando o Líbano e o Iraque, que mantêm apoio à Síria, a entrarem em crise política.
O governo do AKP (Partido Justiça e Desenvolvimento) quer tornar a Turquia uma potência regional no Mediterrâneo Oriental e no Oriente Médio, pela disseminação de sua cultura política.
O secularismo, da maneira como é vivido na Turquia, significa que a religião faz parte da sociedade, mas não a controla e nem é controlada pelo governo.
Esse modelo agrada às classes médias dos países que buscam seu caminho na democracia, como o Egito, a Tunísia, o Marrocos.
Os militares estão se transformando em uma corporação profissional subordinada ao governo eleito, em vez de se considerarem, como ainda acontece no Egito, os defensores do Estado, com poderes de interferir na política.
Os militares do Egito, no entanto, parecem não se contentar com um papel de coadjuvante no futuro e pretendem manter o controle político, auxiliados pelas incertezas que o processo eleitoral ainda gera, apesar do comparecimento maciço dos eleitores.
Observadores internacionais ressaltam que vários detalhes sobre a apuração das eleições ainda estão incertos. Para um voto ser considerado válido, por exemplo, o eleitor tem que selecionar um partido na lista, além de dois candidatos independentes, caso contrário, o voto será integralmente anulado.
Devido a essa complexidade, os partidos mais organizados têm mais chance de sair vitoriosos das eleições, e, entre eles, a Irmandade Muçulmana se destaca, com a utilização de modernos recursos tecnológicos, como iPads, para orientar os eleitores na boca de urna, mesmo sendo proibido.
O temor é que os militares, como controladores do processo eleitoral, terão também muitas chances de influenciar os resultados, manipulando os votos que estarão sob sua guarda.
Os membros do partido da Irmandade Muçulmana sempre procuraram se distanciar das massas que estão reunidas na Praça Tahir, justamente para serem vistos como aliados dos militares em caso de necessidade, e contando também que a maioria silenciosa, que compareceu às urnas em número surpreendente, prefira no final das contas um governo apoiado pelos militares do que permanecer em revolução permanente nas ruas, prejudicando a economia e afastando os turistas.
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Pont retira pré-candidatura à prefeitura de Porto Alegre
Adão Villaverde deve ser o nome do PT na eleição municipal da Capital em 2012
O deputado estadual e presidente do PT gaúcho, Raul Pont, confirmou, nesta quarta-feira, a retirada da pré-candidatura para disputar a prefeitura de Porto Alegre para 2012. Ele explicou que o motivo foi não ter alcançado um consenso na sigla e que a atitude é para ajudar na construção da unidade partidária. Com essa decisão, o caminho fica livre para o presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, concorrer ao cargo pela legenda. A escolha entre os dois parlamentares iria ocorrer no sábado.
Na noite dessa terça-feira, Pont afirmou que continuaria na disputa após longa reunião com apoiadores na sede do Sindicato dos Bancários, mas deixou agendada nova reunião para a noite desta quarta-feira, quando deveria anunciar uma definição. No início da manhã de hoje, a assessoria do partido informou que Pont anunciaria a saída. Nos bastidores do PT, a informação é de que as correntes que apoiam Pont insistiam para que ele seguisse na disputa, mas que a vontade dele era desistir da corrida pela prefeitura da Capital.
No final desta tarde, Pont se encontrará Villaverde para tratar do cenário após sua renúncia, em reunião na Assembleia Legislativa. A iniciativa foi de Villaverde que, assim que Pont anunciou sua decisão, ligou para fazer o convite para o encontro. "O Raul teve um gesto extraordinário, de alta responsabilidade política", avaliou.
Questionado sobre como pretende construir a unidade partidária em torno de seu nome, uma vez que o PT se mostrava dividido entre as duas pré-candidaturas, Villaverde disse que a iniciativa de Pont foi o primeiro passo para a unidade, e que pretende dialogar com "todas as forças" do partido. Ele destacou também que o PT deve sair do encontro de sábado, no qual sua pré-candidatura será oficializada, dando ainda mais ênfase à candidatura própria e ao estabelecimento de alianças para a indicação do vice.
Fonte: Samuel Vettori / Rádio Guaíba
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